Para início de um blog, talvez esta não seja a melhor de começar, nem era para começar nesta data. Era para dar início e provavelmente fim, no próprio dia, 7 de Agosto.
Começa hoje, porque tive um sonho.
Estranho ter tido um sonho, porque os medicamentos me inibem de tal, para passar bem as noites e começar bem os dias e estranho ter tido um sonho, porque, para além de me lembrar claramente dele -sonho- envolvia o amigo dela.
A amizade deles data dos tempos da universidade -segundo sei-. Conheci-o por intermédio dela e a ela, conheci-a pela internet.
Ele deve ter a minha altura, 1.70, magro, destaco-lhe o sorriso simples e cativante, a barba, a voz doce e uns olhos azuis claros muito bonitos que fazem lembrar os da minha avó paterna e do meu falecido amigo Ti Troles.
No sonho, que surgiu de repente na minha cabeça esta madrugada, cruzamo-nos de repente à entrada dum sítio que não percebo qual é. Quando o barco atraca em lisboa, assim sim, apercebo-me que fomos conversando no cacilheiro. Nessa viagem, em que inicialmente houve desconforto, acabamos numa amena cavaqueira e vá-se lá percber porquê trocamos as carteiras vazias do conteúdo que era de cada um. Ainda me lembro de como era a carteira que recebi em troca da minha, mas não me parece detalhe importante. Automaticamente que o barco atraca no cais, dou por nós a conversar. Vou-me me sinto descontraído. Seguimos cada um o seu caminho e qual não é o meue spanto que nos cruzamos novamente num edifício que tem um ar antigo. Ele estava a trabalhar e eu também, mas eu, em vez de estar no meu locald e trabalho, estava a pesquisar para a minha especialização em filosofia e literatura.
E como nas redacções da primária, o sonho terminou, ams ao contrário das redacções da primária, sonhei mesmo isto.
Acho que sei qual o conteúdo latente e o seu significado, mas isso fica talvez para outra altura se "isto" continuar.
Começa hoje, porque tive um sonho.
Estranho ter tido um sonho, porque os medicamentos me inibem de tal, para passar bem as noites e começar bem os dias e estranho ter tido um sonho, porque, para além de me lembrar claramente dele -sonho- envolvia o amigo dela.
A amizade deles data dos tempos da universidade -segundo sei-. Conheci-o por intermédio dela e a ela, conheci-a pela internet.
Ele deve ter a minha altura, 1.70, magro, destaco-lhe o sorriso simples e cativante, a barba, a voz doce e uns olhos azuis claros muito bonitos que fazem lembrar os da minha avó paterna e do meu falecido amigo Ti Troles.
No sonho, que surgiu de repente na minha cabeça esta madrugada, cruzamo-nos de repente à entrada dum sítio que não percebo qual é. Quando o barco atraca em lisboa, assim sim, apercebo-me que fomos conversando no cacilheiro. Nessa viagem, em que inicialmente houve desconforto, acabamos numa amena cavaqueira e vá-se lá percber porquê trocamos as carteiras vazias do conteúdo que era de cada um. Ainda me lembro de como era a carteira que recebi em troca da minha, mas não me parece detalhe importante. Automaticamente que o barco atraca no cais, dou por nós a conversar. Vou-me me sinto descontraído. Seguimos cada um o seu caminho e qual não é o meue spanto que nos cruzamos novamente num edifício que tem um ar antigo. Ele estava a trabalhar e eu também, mas eu, em vez de estar no meu locald e trabalho, estava a pesquisar para a minha especialização em filosofia e literatura.
E como nas redacções da primária, o sonho terminou, ams ao contrário das redacções da primária, sonhei mesmo isto.
Acho que sei qual o conteúdo latente e o seu significado, mas isso fica talvez para outra altura se "isto" continuar.