20 de julho de 2009

O amigo dela.

Para início de um blog, talvez esta não seja a melhor de começar, nem era para começar nesta data. Era para dar início e provavelmente fim, no próprio dia, 7 de Agosto.
Começa hoje, porque tive um sonho.
Estranho ter tido um sonho, porque os medicamentos me inibem de tal, para passar bem as noites e começar bem os dias e estranho ter tido um sonho, porque, para além de me lembrar claramente dele -sonho- envolvia o amigo dela.

A amizade deles data dos tempos da universidade -segundo sei-. Conheci-o por intermédio dela e a ela, conheci-a pela internet.
Ele deve ter a minha altura, 1.70, magro, destaco-lhe o sorriso simples e cativante, a barba, a voz doce e uns olhos azuis claros muito bonitos que fazem lembrar os da minha avó paterna e do meu falecido amigo Ti Troles.
No sonho, que surgiu de repente na minha cabeça esta madrugada, cruzamo-nos de repente à entrada dum sítio que não percebo qual é. Quando o barco atraca em lisboa, assim sim, apercebo-me que fomos conversando no cacilheiro. Nessa viagem, em que inicialmente houve desconforto, acabamos numa amena cavaqueira e vá-se lá percber porquê trocamos as carteiras vazias do conteúdo que era de cada um. Ainda me lembro de como era a carteira que recebi em troca da minha, mas não me parece detalhe importante. Automaticamente que o barco atraca no cais, dou por nós a conversar. Vou-me me sinto descontraído. Seguimos cada um o seu caminho e qual não é o meue spanto que nos cruzamos novamente num edifício que tem um ar antigo. Ele estava a trabalhar e eu também, mas eu, em vez de estar no meu locald e trabalho, estava a pesquisar para a minha especialização em filosofia e literatura.
E como nas redacções da primária, o sonho terminou, ams ao contrário das redacções da primária, sonhei mesmo isto.
Acho que sei qual o conteúdo latente e o seu significado, mas isso fica talvez para outra altura se "isto" continuar.