Tentei ligar, sem sucesso. Queria desejar u bom fim de semana, ouvir-lhe a voz.
Vejo o Seinfeld e aprendo coisas importantíssimas como:
"Acabar uma relação é como derrubar uma máquina de coca-cola! Não cai à primeira, é preciso empurrar para um lado e para o outro, só depois cai!"
Faço o jantar: vegetais salteados em azeite com uma infusão de cardamomo e um medalhão do ganso frito. Vou beber uma Chimay de 0.75. Coisa que já não bebo há muito e é excelente. procurei Golden Draak, mas não encontrei. termino com chave de ouro com um haagen-dazs.
Talvez vá ao cinema depois, ou oiça musica..não sei. tenho as aulas preparadas para a semana toda que aí vem.ou talvez me perca na fnac...
18 de setembro de 2009
Sem comentários.
"In Australia more than 70,000 people declared themselves members of the Jedi order in the 2001 census. The Australian Bureau of Statistics issued an official press release[3] in response to media interest on the subject. The ABS announced that any answers that were Jedi-related in the religion question were to be classified as 'not defined' and stressed the social impact of making misleading or false statements on the census. An ABS spokesperson said that "further analysis of census responses has been undertaken since the release of census data on June 17 to separately identify the number of Jedi-related responses".[4] It is believed that there is no numerical value that determines a religion per definition of the ABS, but there would need to be a belief system or philosophy as well as some form of institutional or organisational structure in place.[5][6]
In the lead-up to the 2006 census, there were some reports of the ABS writing Jedi on the 2006 census could lead to a fine for providing 'false or misleading' information. This is despite previous admissions that they were 'fairly relaxed' about the issue in 2001 and that nobody had been prosecuted in at least 15 years.[7]
The result of the 2001 census can be seen in the "No Religion" figures. In 1996, "No Religion" accounted for 16.6% of census respondents - a figure which dropped to 15.5% in 2001.[8]. In 2006, "No religion" increased to 18.7% of census respondents.[9] Those who declared themselves "Jedi" in 2001 were therefore likely to have been of "No Religion" or possibly just spiritually minded people who thought it was humourous."
In the lead-up to the 2006 census, there were some reports of the ABS writing Jedi on the 2006 census could lead to a fine for providing 'false or misleading' information. This is despite previous admissions that they were 'fairly relaxed' about the issue in 2001 and that nobody had been prosecuted in at least 15 years.[7]
The result of the 2001 census can be seen in the "No Religion" figures. In 1996, "No Religion" accounted for 16.6% of census respondents - a figure which dropped to 15.5% in 2001.[8]. In 2006, "No religion" increased to 18.7% of census respondents.[9] Those who declared themselves "Jedi" in 2001 were therefore likely to have been of "No Religion" or possibly just spiritually minded people who thought it was humourous."
Neste preciso momento
É quando entra o saxofone que me encolho todo, me apercebo da minha pequenez e limites. è quando o sax entra que choro, as marcas na cara acentuam-se. Quando entra o sax, morro, o sangue escorre-me do corpo. Tudo está cheio.
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Música
O não meu sexo
J., é o meu nome. O meu primeiro nome. I., o segundo. J.I., o meu nome pessoal, os nomes com que me identifico. São os nomes dos meus dois avós. João do materno, o outro nome, do paterno, por exclusão de partes. Adoro, incho todo quando penso nisso. Mais nenhum neto tem este privilégio, acho que é um privilégio, ter o nome dos dos avós, doss pais do meu pai.
O meu sexo, é portanto, o masculino. Nasci com a dita pila no meio das pernas e com as bolinhas anexas.
Devia ter-me chamado Ana PAtrícia (horroroso, se ao menos fosse Maria, Joana, Sofia). Tiveram azar. O avô paterno, cansado de tanto homem na família e julgando que era, finalmente a menina, que tantos desejavam, quando soube que era outro pilas, chateado, e porque fofinho, não foi a lisboa, à maternidade, ver-me, como fez com os outros dois netos. Mas sim, adorava-me como aos outros dois e, fazia tudo por nós. Não tenho saudades dele, nem dos outros avós, tenho falta deles, de ter convivido com eles, sinto falta da sua sabedoria, dos seus rostos, vozes, gestos, da linha forte, que eles eram, e que me agarravam à vida. Em suma, são, eram uma referência para mim.
Dizia, devia ter-me chamado Ana Patrícia,uma fêmea, mas saiu um macho, João.
Várias vezes pensei, penso, como seria se fosse uma mulher, se fosse do sexo feminino. Várias vezes pensei, penso, como é o sexo feminino, como é ser mulher. E sim, julgo, muitas, mas muitas vezes, que devia ter nascido mulher. Ou, desejo muitas vezes ter nascido mulher. Não sou cross-dresser, nem nunca tive curiosidade nessa actividade, apesar dos meus fetiches por saltos altos, lingerie, uns fios, pulseiras, uma maquilhagem leve, quase imperceptível, etc.
As mulheres são, historicamente, a vários níveis -literatura (até já nas narrativas míticas, como o Mito de Pandora), arte plástica, escultura, cinema musica, pintura etc- o "objecto" de desejo, que se quer ter, que se evidencia, que se destaca, que se coloca, em suma, numa espécie de altar. Pelo menos eu, coloco.
Coloco, por várias razões, a saber: os exemplos das mulheres da minha família, as duas avós e em especial a materna, a minha mãe. Mulheres muito ducteis, combatentes, resistentes, quase heroínas, por tudo o que suportaram, aturaram, aturam e por todos os brutais obstáculos que ultrapassaram. Pela sua sabedoria, lucidez, clareza de espírito, beleza, pelo amor infinito que me deram e dava-me, dão a toda a gente, pelo seu carinho e amizade. À minha mãe, em especial, por entender, até os meus silêncios. Abro um parêntesis, para lembrar que já só me resta a minha mãe, incapacitada por um avc forte. Mas, forte que é, resistiu, inclusivé a uma operação às carótidas, durante a qual foi declarada cadáver. E o ponto de morte para nós homens, sim elas precisam do espermatezóide, mas são elas, no seu útero, que guardam a vida e a carregam, por nove meses. São elas que colocam a vida cá fora.
O seu corpo, as suas curvas, a sua textura, a sua forma, a sua carne, o seu sabor, o seu sorriso, o seu olhar, tudo isso são marcas mais fortes que a nossa, a dos homens. Elas sabem que as desejamos e elas jogam connosco por isso, brincam connosco, fazem de nós o que querem. São elas -e não é opinião apenas minha, está comprovado pela psicologia e sociologia e antropologia- dominam a/na relação. Também por isso, elas sim, são o sexo forte.
As mulheres têm um arsenal de armamento para sedução, para atrair, para se evidenciarem e deixarem-nos completamente loucos que nós não temos.
É até sabido, por várias áreas do saber humano-não sou eu que o afirmo-, que o órgão sexual da mulher é mais complexo que o masculino e que, no acto sexual, são elas que têm mais prazer com a penetração.
Adoro esta imagem, esta pintura. Mostra tudo o que disse. A elegância, subtileza da mulher, beleza do seu corpo, mais a inteligência, representada no livro, mais o cigarro, que me dispensa comentários.
Está tudo nesta pintura. Linda.
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