"Assim, desde sempre, o jovem corre para a mulher: mas é bem o amor que ela lhe inspira?Ou não é antes o amor por ele próprio, a busca de uma certeza de existir que só a mulher lhe pode dar? Corre e enamora-se o jovem, duvidando de sim mesmo, feliz e desesperado; para ele a mulher é esta presença incontestável, e só ela pode dar-lhe a prova desejada."
Sempre lhe captei e percebi os silêncios, embora negasse, claro. Silêncio, não como forma ou momento de estar quieta, sossegada -às vezes, também, é certo- mas como forma de falar noutra direcção...e, "Do que não importa falar, importa calar."