ÃH!!! há lá mais profícuo que isto? um monte de verborreia discursiva sem, naturalmente qualquer interesse!!! nem para mim sequer, é quase caso para dizer, como naquelas autocolantes bem pirosos que se colam nas voitures: "Não me siga, ando perdido."
O que a seguir conto -imaginado da minha cabeça- é memorável e já devia ter um caderninho para guardar estas jóias que saem da minha cabeça:
-este silogismo não é válido portanto, porque...
e Duckman explica, o melhor que sabe, o melhor que consegue, segue a explicação literal no livro a ver se é mais perceptível que ele próprio e nada. Exalta-se, de ser impossível o que ouve. Exalta-se por gostar do que faz e isso ser um luxo maior que usar um diamante. Tenta e tenta mais uma vez explicar. Quando parece, quando julga que está a conseguir, vai tudo por terra.
-Mas isso é válido, está certo!
"Como?", pergunta o nosso fraco herói Duckman
-Porque só diz alguns e não diz quais e se nem diz todos então quer dizer que podem haver carros de outras cores, por exemplo pretos, até porque há outras cores, como o preto como disse à pouco, tenta argumentar -se o chega a ser- o vilão King Chicken.
Ao que o vilão alude, é ao facto do nosso fraco herói, tentar explicar porque é que, do silogismo:
Alguns carros são amarelos
Alguns carros são vermelhos
nenhuma conclusão se pode retirar, ou, se se retirar uma conclusão, a mesma será ilegítima e, consequentemente, o argumento(pseudo) considerado inválido. Claro está, que o nosso herói, por ser fraco, muito pouco capaz do que quer que seja, não tem pouca legitimidade, não tem mesmo é legitimidade nenhuma, para o que quer que seja, mas mesmo assim, contra tudo e contra todos, fazendo uso das suas raras capacidades tenta, fazendo uso de mais exemplos explicar tal facto. Pergunta o nosso miserável herói Duckman:
-"se eu disser: teus ténis são castanhos; meus ténis são cinzentos; que se pode concluir daqui?"
-"nada!!" diz o vilão King Chicken
e Duckman rejubila...mas em vão, resvala o astuto vilão, novamente para o non-sense. Duckman, o nosso triste herói espera até já ouvir que os carros andam para a frente e que às 15 h é de noite, que Newton não sabia que dizia. Os brilhantes argumentos do nosso querido vilão King Chicken voltam ao nível das cobras, que no caso nada se pode concluir porque são aqueles ténis em particular, porque se diz "estes" em específico, mas, quando Duckman diz: "alguns" ou "aqueles" já tudo muda de figura, poruqe não quantifica, não especifica exactamente, logo, sim, segundo o vilão é possível estabelecer relação entre casos particulares. Volta à carga Duckman, no seu franzino corpo e com a cabeça a ferver e a latejar, mas felizmente, a comportar-se com relativa dignidade devido aos seus amigos comprimidos anti-depressivos, ansiolíticos, etc, até que se dá por derrotado.

