É como se um pau, de várias pontas aguçadas, estivesse cravado no meu peito. Pequenas pancadas e o pau vai-se cravando mais e mais, abrindo mais a ferida, deixando as estranhas mais à vista e os sentidos mais distorcidos.
Correm rios de sangue, espesso, fétido, quente, do peito e com ele milhões de imagens, milhões de pensamentos,d e sentimentos, de desejos.
Choro baba e ranho e lágrimas, também elas de sangue.
Mais um a dizer o mesmo, a marcar a ideia, a não a deixar escapar e definir-me, no caso meu mano, um meu amor de vida. reitera mais uma a ideia a que já estou agarrado como...sei lá como uma merda qualquer. Isto não é, não pode, nem quero que seja literatura, até porque, sou incapaz do que quer que seja, portanto, já dizer isto é óptimo, para as minhas curtas vistas, vsitas de vistas e vistas racionais.
Diz-me ele, cito: "Pões as coisas num termos categóricos, como se fosse e só assim tivesse de ser, mas depois nunca é e vais sempre mostrando que nunca és, que nunca tens razão, que não és capaz."