no momento oi ço isto. acho mt mt fixe!!!
18 de novembro de 2009
3 Mosqueteiros
Penso que ela já havia falado de mim ao amigo e amiga, mas que nunca nos tínhamos encontrado. na feira de Setembro na sua terra (onde vivia e vive com os pais) lá nos encontrámos os 4. Jantámos no Leilão, no qual ela estava farta de falar. Aquilo estava carregado de gente, incluindo, na altura, um famoso jornalista da tv pública. Comi o que eles pediram e que eram só grandes pitéus alentejanos, borrego, secretos de porco preto, etc. Mas o melhor estava para vir...para gradne admiração deles os dois (menos dela claro) fui capaz de papar qualquer coisa como 2 ou 3 sobremesas leves, muito leves e fracas, qualquer coisa como doçaria conventual alentejana: ovos, açucar e amendõas e gila!!! Ela, a amiga, mais que todos estada estupfacta a olhar para aquela minha alarvidade mas com que sempre me deliciei. Ela claro, ria pateticamente e diz qualquer coisa como não quero mentir): "Não vos dizia!!!!"
Sobre ela, a amiga e o amigo e porventura outros e eu!
Não sei se é um facto empírico, experimentável e, portanto demonstrável, ou se apenas especulativo, no entanto cá vai: nunca me abono positivamente, sou pessimista por natureza, vejo sempre tudo pelo pior lado, julgo-me sempre e muito e da pior forma. Sou o meu maior crítico. Sei aliás, desde certa altura da minha vida, aí a partir dos dez anos talvez, tudo ou muita coisa que fiz de mal, propositadamente ou não.
No entanto, sou, sem sombra de dúvida, como ela uma dia disse. "um bicho frágil" e ela compreendia-o, admitia-o e reconehcia-o, mas , pior, era absolutamente verdade. E no entanto, recordo-lhe e aos que conheci e estavam e estão em seu redor, apenas o que há de bom.
Penso que só isso interessa. Pelo menos a mim, só isso me interessa.
A amiga dela III
Certa noite, num passado recente, ou seja, pouco tempo de nos termos conhecido, mas, em que, já tínhamos uma relação para além do sexo, convidou-me para um jantar em casa já não sei de quem, em que estariam presentes alguns dos seus amigos (não me consigo recordar, se foi nessa noite que fomos ao Páginas Tantas).
Cada um levara umas coisitas, senão erro e havia montes de cenas para comer. A piece de resistance seria, ao que previamente me havia informado, uma sobremesa confeccionada pela anfitriã. Se bem me recordo.
Recordo ainda com alguma clareza, a sala, a cozinha, o miudo bebe que lá estava e com que ela me fotografa ao colo e que, mais tarda, me dissera, que achara que eu me havia transfigurado com o bebe ao colo e, lembro ainda, o modo ternurento da voz e da expressão de todo o seu rosto quando recordámos esse jantar e ela me disse isto.
Nessa noite, depois de muita parvoíce e de muita comida e bebida, que já nem me lembro qual, fomos todos visitar a casa que a sua amiga havia comprado. Penso que até já tinha sido feita a escritura na altura. Sei que já tinha a chave da casa e que esta já tinha luz.
Lembro-me que me senti perdido de um sítio para o outro, apesar de guiado e que, quando lá chegámos, nem todos entraram de imediato. Fui dos primeiros a entrar e segui a anfitriã, por cortesia e curiosidade. Fiz umas perguntas e espantei-me (por desconhecimento de algumas coisas) com certas afirmaçãoes sobre construção civil! A casa era giram com uma sala muito muito ampla e lembro-me que lha gabei. Dei-lhe os parabéns e desejei felicidades, lembro disso também.
Ainda hoje, e após várias insistências, para com ela questionar a amiga, continuo sem resposta, sobre como funcionam os estores eléctricos, em caso de falta de energia.
Fui lá indo para sexo e fui vendo a casa encher-se e compôr-se com mobiliário.
Lembro perfeitamente a cozinha composta, assim como o W.C., o quarto acolhedor com o roupeiro, um móvel(não lembro o nome técnico), o espelho vertical à entrada do quarto, as duas mesas de cabeceira, o edredon quente e os lençóis sempre a cheiraram a lavado, sempre a transmitirem uma sensação de pureza, de delicadeza, como se nos banhássemos em óleo de amêndoas doces, como se estivessemos envoltos no branco do arroz.
Da última vez que lá fui, já havia uma mesa de jantar e um aparador, muito bonitos,De resto, a casa mantinha-se igual. Limpa, muito limpa mesmo, extraordinariamente limpa, como se fosse considerada herege ali a sujidade e se aparecesse, seria queimada em praça pública e exposta para que, mais nenhum grão de pó ou fio de cabelo ousasse entrar naqueles domínios.
À entrada, lá estavam as fotografias que eu tirei e que lhe oferecemos de prenda de anos, ou apenas como forma de agradecer o empréstimo da casa, como ninho de amor, como se fosse um refúgio, não secreto, mas um sítio onde erámos intocáveis. Eu havia seleccionado mais fotos para oferecermos, mas já não lembro porquê, oferecemos apenas as que estavam e estarão quiçá, penduradas à entrada
Mas havia um espaço meio bizarro, no hall. Do lado esquerdo quando entrávamos. Era uma espécie de sótão, só que, em casa e pequeno, quando se abria a porta parecia que abríamos a porta, parecia que abriamos a porta para a 5ª dimensão, ou então, a porta do escritório, como naquele filme, quem quer ser John Malkovich?. Ali ela guardava livros, sapatos, dos quais muitas vezes ríamos, porque representavam fielmente a sua personalidade :)
Era também ali que estava o ouro!! Fizemos dezenas de planos para concretizar aquele roubo que nunca foi por diante: conjunto de loiça Vista Alegre, lindo. Todo branco, com uma decoração muito muito simples, mas muito elegante. Lembro-me apenas que era todo branco, que tinhas uns enfeites na própria loiça que a tornavam bastante distinta. Sempre desejei prepara-lhes uma refeição digna daquela loiça. Fiz várias propostas,a ela e à sua amiga, dona da loiça, nunca se concretizou. Tenho pena, muita pena. Adoro cozinhar, adorava cozinhar para ela e para a amiga também e estar com elas e nem era desarrumado a cozinhar, nem sujava muito as coisas, acho eu :)
Eram muito limpinhas, mesmo muito, obcecadas!!!
Lembro-me da cara, que só dava vontade de rir, dela a contar as obras que teve em casa, por causa de um infiltração no W.C
E ela nada ficava atrás. Quandoe stava com ela em sua casa em portalegre, impensável sair de casa depois da refeição, sem deixar tudo imediatamente lavadinho:)
À sua amiga dei-lhe a alcunha (carinhosa e não pejurativa), por causa das limpezas e higienes: betadine girl. Quando lhe "disparei" esta sobre a amiga, riu, mas riu mesmo muito!
Contou-me ela aliás, certo dia, que estando as duas em casa dos pais da sua amiga, se rirem até mais não aguentarem, por causa disto do betadine. PArece que o pai dela -a amiga-, havia dito uma tonteria qualquer sobre a árvore do betadine:) Quando mo contou riu desalmadamente, riu, com tudo o que tinha para rir :)
Subscrever:
Mensagens (Atom)