Lâminas, frias, largas, que me rasgam a carne, que me abremm que me penetram, que me cortam veias, que me partem cartilagens e ossos, que fazem jorrar sangye do meu corpo e me fazem saltar as entranhas do corpo.
é o que vejo.é o melhor uqe ese arranja hoje.
19 de novembro de 2009
In der universität (FLUL)
11 anos depois voltei à universidade, a FLUL. Foi aqui que desejei ter tirado o curso, mas em poucas horas de exames, três anos de aplicação, com ume média excelente, foi tudo por água abaixo.
Aqui, as duas Marias estudaram. Uma licenciou-se, fez um master e anda num PhD, a outra, mais humilde, mas tão capaz, ficou pelo terceiro ano de filosofia. Ter-me-ei cruzado, quiçá, várias vezes com ambas, quando aqui vinha por qualquer razão. Essa merda afz-me uma confusão brutal e tento, a ambas, imaginná-las estduantes universitárias. Aliás, era na cantina universitária que muitas das vezes comia, por ser mais barato (e porque lá podia ciomer por ter um cartão que tinha específico para o efeito)
Fui sempre reticente em voltar à universidad depois da licenciatura, por diversas razões, mas depois de, no ano elctivo anterior não ter conseguido freqentar o mestrado onde fui admitido e que muito me interessava, voltei a candidatar-me à FLUL, para um curso, também do meu agrado-
Lemos um texto de Leonardo Coimbra. (Na Católica, com a Sirgado Ganho, fiz um trabalho onde relacionava este com Vergílio Ferreira. Fui elogiado, mas a nota não correspondeu ao elogio.)
Durante o texto, surge uma ideia que me agrada, a de que, o silêncio não tem de ser necessariamente mau, pelo contrário, é nele que tomamos melhor conta de nós e das coisas, do ser do ser das coisas.
POr isso é tão bom estar n alentejo a trabalhar, a calma, o silêncio, ou melhor, o de longe muito menos barulho que na cidade.
Neste momento os corredores estão vazios e o edifício parece estranho ou eu olho e parece-me tudo isto estranho. Vejo fantasmas passarem por aqui, são os alunos e em especial ela que aqui estudou e estuda e por aqui anda às vezes. local aliás, onde por vezes nos encontrámos. mas assim, vazias, com tão pouco barulho, estas paredes, pilares redondos,a zulejos de vidro e umas mesas que por aqui vogam soam estranhas.
Tortura
Em muito mau estado, muito mau estado mesmo. Cansado, física e psicologicamente. Dores de cabeça. enganei-me no manual para a aula. que fazer na aula agora? mais uma preocupação para me sentir pior.Sinto os olhos inchadíssimos, pesados. Hoje dia internacional da filosofia, eu prof de filosofia e não fui capaz de me levantar a horas(raríssmo uma merda destas) para estar a horas para certas actividades na escola. que vergonha, foda-se!!!
Estou mt tonto, a sentir a cabeça pesadissíma. Não sei se não será uma gripe. Tenho apanhado frio de manhã e de noite no pescoço e pernas, quando ando na moto.(espero q n seja a emeda da gripe A. Há alunos de quarentena aqui na escola)

Para me curar, vejo-me tapado na sua cama, o peso do gato nos pés, ela a anadar de um lado pró outro e de evz em qd a beijar-me e a ir cuidar de mim, perguntar se precisod e algo. ela deitar-se e sentir-lhe o calor,chorare ficar td bem.entraria no quarto ela luz da tarde que ela anto gostava, e eu gostava por isso, pq ela gostava.
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