É rápido, curto e grosso o que tenho para dizer:
as duas obstinadas, fortes, belas, doces, lindas, preenchiam-me por completo, na dúvida, perdem-se ambas claro, como num filme cujo argumento é sério.
Guardo dois momentos brilhantes com ambas:
com uma dar-lhe banho, lavá-la, depois secá-la, deitá-la na cama e meter-lhe creme no corpo. Enquanto ela estava de costas, secretamente sorrir ao olhar e sentir a sua pele, a sua carne, o seu calor. Tinha umas mãps lindas, nunca vi nenhumas assim, diz que herdou esse gene da sua mãe que por sua vez herdou da sua também. Gostava de a ouvir contar isso. Não sei o que aconteceu depois. Honestamente não sei. Mas isto, foi do mais íntimo, mágico. Acho eu. Como se tratasse do meu filho. ela perguntar-me: já fizeste isto a alguém? e responder, calmamente e dizer a verdade: não.
A outra, despi-la, tê-la enrolada na cama, apenas passar a mão pelo seu corpo todo, desde enlear os meus dedos nos seus cabelos,ao pescoço como um dorso, as mamas a barriga a vulva pernas barriga das pernas e pezinhos, beijá-la toda. Ficar cheio de tesão mas não querer sexo e ficar ali apenas naquele braseiro, a apreciar as suas costas que parecem uma cegonha, lindas e as suas nádegas, desenhadas a compasso, cheias, carnudas.