O que a seguir se segue, é uma tosca, confusa, disparatada cogitação sobre mim mesmo, motivada por palavras elogiosas à minha pessoa num mail, que um dia destes recebi. Desta forma também se quebra o ciclo de imagens e musicas que também enjoa, às tantas.
Que sou intenso diz e, que tenho uma capacidade enorme de entrega. Que acha, pelo que dizem os meus textos, e as imagens e musicas que coloco. Que devo ser intenso, a julgar pelo que lê do blog, que sim, é um reflexo de mim, digo-o eu. No bom e no mau e que isso pode ser efémero, um e o outro estado de espírito. Mas viciei-me nesta merda do jogo música/imagem/texto. Complementam-se e dizem muito do que acho sem que diga uma palavra minha e isso é engraçado porque motiva o despertar da imaginação em quem está do outro lado.
Se sou intenso? em momentos de lucidez até acho que sim, que o sou. E sou. mas nem dou por isso.É um dado adquirido.Sou assim simplesmente. Em todos os sentidos e não poder sê-lo neste momento -e há já algum tempo- consome-me. Sim sou intenso na medida em que quero viver muito ou tudo do que a vida tem para dar.
Sim sou meigo e simultaneamente sedutor (tanta gente que me chama isso), mas isso de ser sedutor é espontâneo, sou simplesmente assim, como um dia, num comentário alguém disse.
Sim sou franco e honesto, sim exponho-me e demais no que aqui escrevo. mas o que escrevo sou mesmo eu.
Não sou, nem quero parecer o último Skip, aquele, o melhor de sempre, o que agora é que vai lavar mesmo bem. Sou o que sou. Espaços a lavar mais branco há muitos, este não lava nem pretende lavar nada, pelo contrário, mas, ao menos não há publicidade enganosa. É isto e é o que é. Nem mais nem menos. Sou eu, com imperfeições, defeitos, fragilidades e qualidades, algumas.
Não venho para aqui contar contos, conto-me, isso sim, desfio-me, em imagens, musicas, fotos, palavras toscas.
Obrigado pelos vossos afagos na cabeça.
Sim sou franco e honesto, sim exponho-me e demais no que aqui escrevo. mas o que escrevo sou mesmo eu.
Não sou, nem quero parecer o último Skip, aquele, o melhor de sempre, o que agora é que vai lavar mesmo bem. Sou o que sou. Espaços a lavar mais branco há muitos, este não lava nem pretende lavar nada, pelo contrário, mas, ao menos não há publicidade enganosa. É isto e é o que é. Nem mais nem menos. Sou eu, com imperfeições, defeitos, fragilidades e qualidades, algumas.
Não venho para aqui contar contos, conto-me, isso sim, desfio-me, em imagens, musicas, fotos, palavras toscas.
Obrigado pelos vossos afagos na cabeça.





