Luz, mais luz, muita, esta e mais, muita mais, toda. Quero toda a luz. Quero tudo a inundar de luz, de cor. Quero fazer tudo, viver esta luz toda. Não parar. parecer que o dia não tem fim, que ocupo o tempo e espaço todo. Quero esta luz e encher-me de vida. E no entanto o rosto pesado, fechado, triste, desanimado, cansado, desgastado, ao ponto de, o seguinte comentário hoje pela manhã no bar, por parte de um colega meu: "João tá tudo bem? tás com um ar carregado pá!"
Sim corajoso como me diziam no dito mail lisonjeiro, por me dizer no bom e no mau, na íntegra afinal. Como tento agora.
Queria tudo numa tarde destas, fazer tudo, ser tudo e é exactamente o cntrário o que vai acontecer.
Não sei exactamente ou até sei mas prefiro nem lembrar, quando perdi parte do que era, do que gostava de ser. Não sei exactamente ou até sei mas prefiro nem lembrar, quando comecei a definhar.