23 de abril de 2011
Sex Machine Kiss
Deito-me e estremeço ante a suspeita do teu corpo e da tua paixão. Os teus cabelos longos prometem uma tempestade em mim. Vens na minha direcção como um ferro em brasa. Encostas-te a mim e sinto as tuas mamas e os teus mamilos como lâminas de veludo afiadas. As tuas mãos e braços como asas de andorinha que plana e eu o teu ar. Moves-te em mim naturalmente. Os trilhos deixados ainda e sempre são os teus. Tiveste tempo de os esculpir naquela que foi a pedra do meu corpo mas que soubeste transformar em algodão. Dás cor às romãs e doce às laranjas, fresco aos riachos com os teus beijos e com as tuas mãos na minha pele. A cada segundo crias um muro contra o mundo exterior.
Há uma cor, a da tua pele, a dos teus olhos.
Agarras-me. O mar enche-se. O sol nasce.
Minha Namorada
O teu corpo nú, deitado, imponente, grandioso, definição de linha, definição de doçura. O teu corpo nú, quente, miolo de pão, partícula de luz. O teu corpo, âncora.
Medidor II
Esquece as revistas e as merdas de testes de amor.
Se ele ou ela não te disser que lhe apetece muito dançar ao som desta música.
Se ao agarrar em ti, ele ou ela, enquanto dançam, e não te olhar nos olhos e esboçar um sorriso e não te agarrar na nuca e te beijar. Se depois do beijo não pousar a cabeça em ti, como se fosses um escudo. esquece-o, esquece-a
Ontem
Provei um vinho branco novo: Monte Mayor, da Adega MAyor do Nabeiro, o dono da Delta Cafés. Vinho novo (demasiado) de 2010, com as castas da moda: Antão vaz, roupeiro, verdelho e arinto. É bom, gostei.
Morri mais um pedacinho ao ver a minha mãe definhar mais um pouco.
Encontrei a colega J., que foi a tal que me escreveu a tal fita de curso que aqui reproduzi o texto. Foi fixe, revê-la e saber que ela me procurou no Facebook apesar e não me encontrar. Falámos um pouco e trocámos contacto. Foi bom, soube bem. É algyém que para além de me dar bem com, faz lembrar uma altura boa da vida.
Tinha limpo o escritório que mais parecia o cenário de uma batalha campal. Abri a porta do armário do lava-loiças para meter o limpa-móveis e veio-me um mau cheiro. Debrucei-me a tentar perceber de onde o mau cheiro vinha. Senti imediatamente uma tontura muito muito forte ao ponto de ter balançado. De repente o corpo muito muito quente e quando dei por mim estava acordado com o pescoço todo torto e o corpo estendido no chão. Quando me senti capaz, depois de desmaiar, levantei-me e medi tensão e medi valores de açucar no sangue, tudo ok, no entanto, uma tontura e o corpo que tremia por todo o lado e um calor enorme no corpo. Isto por volta das 19. Lá consegui jantar e às 22 lá estava eu a trabalhar!
Como na véspera dormira mal de noite e ontem não fui capaz de dormir de tarde, andando à volta na cama hora e meia, ontem, tomei logo um zolpidem inteiro pronto, foi limpinho!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


