o rosto sinto-o como se fosse um pedaço de cera quente a derreter-se. o corpo percorrido por uma torrente fria, vazia que me faz tremer ligeiramente. as lágrimas espreitam e hão-de sair espero eu, porque sempre alivia. o coração a 100 à hora mas vazio. como se tivesse sido injectado por um veneno não mortal mas corrosivo e a casa absolutamente vazia. o único som é o da merda da ventoínha da base do notebook.
enrtetanto no mail:
"
João:
Eu já tenho pronta a minha documentação sobre a tua ADD... Mas para acabar tens de me mandar os materiais em falta...
Planos de aula, Fichas de trabalho, textos, planificações gerais... e principalmente a tua auto-avaliação.
Entrega-me tudo isto ainda esta semana..."
É como se gritasse o mais alto e do mais fundo, sempre à espera de um eco.Mas nada.