Sim sou capaz do inesperado e mais capaz do que possa parecer e muita gente pensar. Assim sendo, ontem, mostrei ao W., que não o "meu" W. -o são tomense, este outro é brasileiro- que tenho os colhões no sítio e espero que tenha percebido que da próxima deve pensar duas vezes antes de ser arrogante e altivo comigo. O B., esse, também brasileiro e muito fixe, ria por todos os lados e ficou impávido a assistir àquilo, nunca esperando que eu fosse capaz de tal, porque sempre me viu como " calmo e educado", ao que respondi que sou um gajo muito nervoso, muito impaciente e impulsivo, mas que como e calo, mas que, naquela situação o W. levou-me de imediato aos limites e que com a respectiva educação meti o atrasado mental no lugar dele.
Que se passou? passou-se então o seguinte: atendia eu uma cliente, o papelinho do pedido saiu na cozinha ao que o senhor do seu metro e tal, mas seguramente muito maior e mais forte que eu, com ar de absolutamente falta de bom senso, de sentido de oportunidade, bom, de tudo e mais alguma coisa, num tom ainda por cima de altivez, de superioridade, me diz/pergunta qual o ponto da carne. Disse eu: "ah!", perguntei à rapariga e informei o dito cujo. Continuo eu a atender a rapariga que olhava para aquele bizarro espectáculo do tipo brasileiro da cozinha que continuava não sei com quem a praguejar, ou seja, a dar uma mau aspecto enorme e sem necessidade. Fosse um gajo com massa encefálica e por sua vez educação, chamava-me à parte e dizia o que tinha a dizer, mas não, aquela imagem deprimente que deixou de tudo e todos era melhor.
Esperei que a rapariga saísse, quando saiu e o balcão ficou vazio virei-me para trás para aquilo e chame-io e disse-lhe qualquer coisa como isto: "Oh W. sei que errei, mas ninguém é pefeito e vou ficar à espera do teu próximo deslize. professas tanto as atitudes contidas para não dar mau especto e chamas e bem À atenção quando alguém faz algo de modo incorrecto e pões-te tu agora a falar comigo desta maneira À frente da cliente?!", ele entretanto começa a caminhar para longe de mim e para fora da minha frente/face e a dizer num tom de tonto e claramente de ter sido fodido por quem menos esperava quando menos esperava: "ué eu fálo assim com tôda a geinte!".
Quado me diz isto ainda fez pior. Continuei a bombardeá-lo: "Falas assim na estrumeira de onde vieste, não voltas a falar assim comigo e muito menos à frente de clientes. Falas comigo com educação que o mínimo dela fica bem a toda a gente. Comigo e à frente dos clientes não te atreves a voltar a falar assim comigo. Espero que tenha sido claro! e a partir deste momento pela diferença de idades e não só entre os dois tratas-me por Sr. João. Espero que me tenha feito entender, não voltas a falar assim comigo!"