30 de julho de 2011

Seinfeld e José Sócrates ou (outra) prova da existência de Deus ou simplesmente ser mau

Na série -9 séries- Seinfeld, várias vezes é desejado ao dito que algo lhe aconteça tal a ruindade da sua pessoa, no entanto, só nos dois últimos episódios quando parece que Seinfeld consegue  "vender" a sua ideia -e de George Constanza- de um "show about nothing" e que portanto, tudo irá para melhor, algo realmente lhe acontece. É preso, julgado, considerado(s) culpado(s) e preso(s). E assim acaba a série.

A José Sócrates, parece que nada lhe acontecia de mau/mal, excepto ao outros a quem ele prejudicava/prejudicou, no entanto, no "fim" de uma série, tal como em/a Seinfeld, Deus faz das suas, prova a sua existência e faz prevalecer (alguma) justiça. Sócrates não foi preso, merecia, mas já não lho desejo, depois da morte do pai e agora parece que é o irmão que também não está bem.
Como se isto não chegasse diz o homem que vai estudar filosofia para Paris. Se assim é, ainda dá para eu ser mais ruim, é que se ele vai estudar filosofia, não há ma que ele perca os seus familiares mais próximos, porque há-de a perceber o sentido disso, numa qualquer filosofia.