19 de agosto de 2011

Quero escrever um texto onde fale na medicação nova que dura há mês e meio sensivelmente. Um texto onde diga que de início me sentia bem, mas que agora já não sei. Um texto onde diga que já pensei em deixar de vez, outra vez a medicação, apesar de calcular que dê merda se fizer tal. Escrever um texto onde diga que a porra da ideia de inutilidade, incapacidade, insatisfação, ansiedade, de morte está presente e de modo constante de há umas semanas para cá. Um texto, palavras, sentimentos, onde diga que não me sinto bem nem feliz, apesar de ter tudo para o contrário, porque pequenos fragmentos, pequenas coisas que me ajudam a sentir bem no dia a dia me faltam há já muito e não vejo como recuperá-las. Um texto onde fale da inquietação, do desassossego, da falta de certas coisas e não consigo.

O livro das caras

Tenho conta no Facebook.Nunca achei muita piada àquilo, mas confesso que tem vantagens, confesso que lhe coisas positivas, mas, e há sempre o mas, nunca engracei com aquilo. Depois do filme Network que vi, mais indiferente fico e há mais duas ou três coisinhas:

  1. começo a ter umas pessoas que não me interessa nada ter amizado (sim podia não o ter feito mas depois de essas pessoas me terem ouvido dizer que tinha lá conta e que tinha amizado outros que do mesmo círculo, achei que seria muito incorrecto não amizar estes últimos a que me refiro)
  2. ter visto uma conta de uma pessoa que conheço em que, tinha uma foto de si e 300 (exagero meu) da sua "pessoa" no second life, pareceu-me algo muito estapafúrdio, ainda para mais vindo de alguém que era a melhor aluna da turma na universidade
  3. tudo isto fz com que a razão pela qual criei aquela conta não faça sentido.
Quero aquilo discreto, calmo, já vou com 18 "amigos" e alguns dos quais, não me interessam nem pintados com molho de tomate.
Facebook a encerrar portanto.

Master Chef

Meti montes de defeitos no empadão com arroz que fiz.
Mas matou a fome, matou!