26 de setembro de 2011

" (...)
  Mas este íntimo secreto
  que no silêncio concentro,
  este oferecer-se de dentro
  num esgotamento completo,
  este ser-se sem disfarce,
  virgem de mal e de bem,
  este dar-se, este entregar-se,
  descobrir-se e desflorar-se,
  é nosso, de mais ninguém. "

 
Poema do Homem Só, António Gedeão.