Apesar de a direcção regional da educação do alentejo ter já recebido 2 cartas a reclamar da situação -em que indirectamente ou não me vejo envolvido-, tudo aponta para a situação de desemprego a partir de 9 de Abril. Acredito, dadas as cartas, que a direcção regional se mexa e, em conjunto com a resposta da escola que já seguiu, se chame a colega novamente a junta a médica e volte depois a ficar de baixa novamente. No entretanto, ficarei provavelmente desempregado, sem não antes, ingloriamente, cumprir escrupulosamente as minhas tarefas: testes feitos a tempo e horas, corrigidos a tempo horas, notas já lançadas- de uma turma-, outras grelhas de avaliação em que só falta meter a nota do segundo teste -que se realizam hoje ou quarta feira-, cartas enviadas a convocar encarregados de educação, acta já alinhavada para o dia 28 de março. Não me lembro nos últimos anos -aí 4 ou 5 anos- de andar desafogado perto do fim de um período, mas agora é o caso. Tudo absolutamente controlado, fruto de muita coisa e onde, julgo, a medicação tem ajudado muito. Por isso mesmo fica um gosto amargo de boca.