25 de julho de 2012


Aqui, pode ler-se isto:

"Página 1 de 1
Contratação Inicial
e
Reserva de Recrutamento
Concurso 2012/2013
NOTA INFORMATIVA
No decurso da verificação ténica dos procedimentos relacionados com a
lentidão de resposta da aplicação informática para os candidatos à
contratação inicial nela registarem as suas preferências, identificou-se a
existência de uma anomalia que poderá ter impedido alguns candidatos de
registarem a totalidade das suas preferências. Foram por isso introduzidas
melhorias para corresponder às necessidades dos candidatos
nomeadamente, no que se refere ao tempo de resposta e registo das
respetivas preferências.
Todos os candidatos que submeteram as suas candidaturas até às 9 horas
16 minutos do dia 25 de Julho de 2012, serão contactados por esta Direção-
Geral, com vista à eventual revalidação das suas preferências e
subsequente submissão.
Nesta sequência, a manifestação de preferências dos candidatos à
contratação inicial é alargada até ao dia 31 de Julho de 2012.
A Direção-Geral de Administração Escolar pede desculpa pelos transtornos
causados aos candidatos.
Lisboa, 25 de Julho de 2012 às 9h 16"

Não há mal nenhum em reconhecer os erros, estúpido é quando os erros resultam de uma evidente estupidez.

Calamidade

Começou a manifestação de preferências para professores contratados.
Basta ir a um ou dois blogs sobre o assunto e percebe-se fácil e imediatamente a confusão que tal processo envolve. Ao ponto de já se falar que o prazo para essa mesma candidatura se alargar até ao dia 31 e não até ao dia 27 como inicialmente estipulado.
Multiplicam-se, pela blogosfera, dúvidas, incertezas, pedidos de esclarecimento, informações sobre contactos às entidades públicas a propósito deste processo, dando conta que se conhecem os erros, que se vão tentar arranjar não se sabendo quando isso será e estará feito.
 Ontem, no programa opinião pública, o professor paulo Guinote, a contra-gosto usou a expressão "incompetentes" para adjectivar esta equipa ministerial, referindo -como é escandalosamente óbvio no processo de manifestação de preferências- que tudo é feito em cima do joelho, num processo tipo tentativa-erro.
Ninguém é perfeito, a começar por mim, mas há coisas demasiado sérias para se brincar. Esta é uma delas.
Faz-se tábua rasa de tudo, como já aqui referi, como se fosse possível que tudo estivesse mal e depois o que se faz é o que está à vista, uma bela merda.
Se existem 23 QZP, se os intervalos de horário a que se pode candidatar são três, como é que não é possível candidatar a 23 qzpX 3, ou seja, como é possível colocar APENAS 23 códigos QZP na candidatura e não 69???!!!
é de doidos, escabroso, absolutamente inenarrável. Nem Monty Pythons nem Kafka se lembrariam de melhor, quer dizer, pior. Este é o exemplo mais flagrante.

E o problema vai sempre subsistir, enquanto os sucessivos governos, não decidirem formar um pacto com todos os partidos.

E  fico sinceramente sem saber que dizer perante tamanho desleixo e abandalhamento.

E oiço ontem António Barreto falar na Tv sobre educação e, lamento dizê-lo, o homem, por quem tenho uma admiração brutal, sobre educação não faz a mais pequena da puta ideia do que está a falar.