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9 de maio de 2014

5 de maio de 2014

Quem viu?

Eu vi, na sua estreia em Portugal. Fui ao Corte Inglés e ainda recebi uma t-shirt de promoção que ainda tenho, e muito engraçada por acaso.
Foi o primeiro filme que vi deste realizador e achei um filme excelente.
Nunca o revi, mas lembro-me bem do filme e, hoje, voltei a lembrar-me.
Quem não viu, fica aqui com o trailer. O filme é excelente.
Em Portugal foi traduzido para "Cruel".



3 de maio de 2014

Fantástico.

Grande filme, imperdível! Muito forte e intenso. Brutal e Nicolas Cage extraordinário!

Fraco. Divertido às vezes.


2 de maio de 2014

27 de abril de 2014

"Are you desirable? Are you irresistible? Maybe if you drank bourbon with me, it would help. Maybe if you kissed me and I could taste the sting in your mouth it would help. If you drank bourbon with me naked. If you smelled of bourbon as you fucked me, it would help. It would increase my esteem for you. If you poured bourbon onto your naked body and said to me "drink this". If you spread your legs and you had bourbon dripping from your breasts and your pussy and said "drink here" then I could fall in love with you. Because then I would have a purpose. To clean you up and that, that would prove that I'm worth something. I'd lick you clean so that you could go away and fuck someone else."

Living Las Vegas, Ben Sanderson



15 de março de 2014

9 de março de 2014




Entrei na sala de cinema sem saber qual o argumento do filme e muito menos que se baseava numa história verídica, por isso, estava completamente no escuro.
No fim, achei o filme extraordinário e o desempenho dos dois actores, que os acho a ambos principais, é fenomenal.

24 de fevereiro de 2014

18 de fevereiro de 2014

Depois de ter visto Nifomaníaca Volume I, hoje fui ver o volume II.

O volume II começa com a acção exactamente no mesmíssimo sítio onde havíamos ficado no fim de Volume I.
O Volume II é isso mesmo, a continuação do I, por isso nada de novo, metáforas e mais metáforas. Aquele que apelidei de "escutador" -intencionalmente- finalmente é apresentado e assumido e comparado com isso, um confissor, alguém que ouve, atentamente, sem julgar. Sem julgar por razões evidentes que se denotam no aspecto austero da sua casa, no suporte físico usado para ouvir música, nas metáforas que elabora a partir da vida da ninfomaníaca, pela cultura geral que apresenta, tal qual um padre. Há até um outro elemento semelhante entre este escutador do filme e um padre de verdade, mas não sou desmancha-prazeres e não digo qual é.
Há uma certa reviravolta nos acontecimentos do filme -não na vida da personagem feminina- o que era expectável, confesso que não esperava o fim, embora, olhando para a coisa de modo estritamente racional, vários indícios assim apontavam.
A reviravolta na mulher, de facto acontece, qual epifania, depois de ela se dar conta de toda a sua vida até então.

Mesmo existindo elementos novos neste segundo volume, a persistência na metáfora, a visão flosófica da coisa - neste caso foi Zenão de Eleia, foram buscar as aporias de Zenão; a perpesctiva dialéctica da vida ao estilo hegelianao também presente-, repetida exaustivamente, acabou por me cansar, ao ponto de, a última metáfora, a da luz, não ter tido qualquer impacto na minha pessoa. Estive aliás à espera, a todo o momento, que o confissor se saísse com Parménides à conta da luz e da sua simbologia, mas não, faltou essa ao Von Trier, sendo que o Freud está em alta neste volume.

Se puderem vejam a coisa num acto só. Ganha mais sentido e provavelmente não cansa com as metáforas.

ah! também há metáforas com árvores e aquela coisa do morrer de pé e renascer e subir e ultrpassar limites e assim e assado. 

13 de fevereiro de 2014

10 de fevereiro de 2014


5 de fevereiro de 2014


Vi ontem a primeira parte deste polémico (?) filme de Lars Von Trier. 
Não conheço toda a obra do autor, não posso por isso armar-me em crítico de algibeira, de bancada. Nem tenho, de todo, perfil para isso.
Parece que o filme é muito polémico, mas, para dizer a verdade não percebo o porquê. Já vi filmes não serem sobre sexo (se é que este o é) e serem muito mais chocantes.

Aviso à navegação: apesar de ter estudado e ser licenciado (?) em filosofia, essa nobre e superior ciência sobre a vida, não sou gajo para embarcar em críticas literárias ou filmicas usando chavões como: corrente estética, para dar apenas um exemplo. Por isso, estas palavras que se seguem são apenas fruto da minha sensibilidade -duvidosa- e da minha maneira -também duvidosa pois claro- de ter vivido o filme.

Ninfomaníaca não é um filme sexual, muitos menos é um filme chocante, que nos incomoda e faz mexer na cadeira. Não é um filme que nos deixe a pensar: como é possível imaginar coisa tão hedionda, como é possível alguém transpôr esta imundice para uma tela?! Como já disse, há filmes, na minha opinião, que não sendo sobre sexo, têm cenas muitas mais incómodas, lembro-me de Shame, 7 Pecados (a cena do strap-on faca), a cena final de Brown Bunny de Vincent Gallo ou A Serbian Film, mas a lista podia, claro, estender-se.

Ninfomaníaca é um mini tratado filosófico, geral e generalista sobre a vida, que parte, sim, da vivência sexual de alguém. Digo isto porque, durante todo o diálogo entre a ninfomaníaca e o seu "escutador", há uma infinidade de metáforas. Digo isto porque, o que se desenrola na tela mais parece uma constante metáfora, um constante diálogo socrático. É metáforas sobre a pesca, sobre música, a santíssima trindade, referências inclusivé à arquitectura, a  Epicuro, etc, tudo a partir da vida sexual da personagem feminina do filme, a ninfomaníaca. E, sim, há uma cena non-sense, que me fez imediatamente lembrar, esta outra de Archie Bunker. Depois de verem Ninfomaníaca Volume I, vão perceber esta minha associação.


Sim, acho um bom filme, complexo, cerebral, muito racional, daí o apelidá-lo de socrático.
Sim, um bom filme. Sólido, bem conduzido de conduzido alguém com um nível cultural muito à frente.

Acho um bom filme. Acho que sim, arrojado, mas daí a polémico e/ou pornográfico, vai um mundo de diferença. Mesmo a sub-frase "Esqueça o amor", até isso não é exactamente verdade.


31 de janeiro de 2014

26 de janeiro de 2014

Tivemos a 2ª guerra mundial e depois Vietname. Agora temos Afeganistão e se forem todos tão maus como este, estamos bem.


Como os filmes de domingo deviam ser. Os dialogs são extraordnários! e poder ver Gandolfini é sempre um prazer! 



entretanto a tarde tatin já está no forno e os scones também.

100% Woody Allen, com um desempenho fenomenal de Cate Blanchett