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21 de abril de 2019

Luxos

Ganho num mês em Londres, o que ganho em portugal em 3, por isso, já me posso dispôr a alguns luxos. Há um invariável ( e único aliás) que ficou do meu pai amplificado pelo meu irmão através da Hi-Fi: a música. Abundam lojas que envergonham duas Fnac's juntas.
Sozinho, consigo ter maior disponibilidade -ainda que sem a minha hi-fi- para apreciar a música, a que vou comprando (tudo em vinil) e vem com código para descarregar em MP3, seja ela música nova que descubro sejam bandas que já conhecia.
É o caso do momento, em que leio Javier Marías, O teu rosto amanhã (III) e oiço nos head-phones Nils Frahm.

Não os tenho contados, mas mais de meia dúzia seguramente já comprados, entre discografia completa de The Smiths, Depeche Mode, Mogwai, U2 (estes, todos usados bem baratos e em bom estado) entre outros que descobri como Rozi Plain ou Krhuangbin, etc. e há sempre mais que quero comprar....não sei quantos quilos tenho em vinil aqui no quarto mas uns quantos já certamente!

1 de outubro de 2018

9 anos depois de começar este espaço, aqui volto. senti a curiosidade, a vontade.

9 de junho de 2016

Oficial

Agora é oficial, um senhor doutor diagnosticou-me como sendo bi-polar tipo II. O título não me assusta, assusta-me sim a constante queda. Assusta-me a contínua desligação de tudo o afastamento de tudo e todos. A medicação é cada vez mais e mais forte. Entrei em campos de medicação que achava absurdos e impossíveis. Chegar ao fim de um dia é uma conquista para a qual não tenho palavras. Não me desmancho em choro no trabalho porque não posso, sei que não posso e por isso faço um esforço sobre humano para que tal não aconteça. No trabalho a prestação é sempre aquém.
Re-lembro as palavras repetidas do médico:" numa situação normal vocês já estava reformado por incapacidade, só a sua resiliência o mantêm ainda capaz e isso é uma conquista enorme". 41 anos, já estaria reformado....41 anos...parece uma anedota...não desejo isto a ninguém. Ninguém merece. Ninguém merece um cancro e doenças que tais, e esta é outra das que tais, que vai consumindo, que nos mata em silêncio, que nos consome. Tantas e tantas vezes que me apetece é estar em lado nenhum.
Nem estes dias luminosos me animam, nem o meu filho de quem tanto gosto me anima. 
Estou sem força. Não tenho força, mas ainda por aqui estou, por razões que desconheço.

Estou longe de tudo e todos. Quero sorrir e não consigo. Isto não é viver certamente. E a maior loucura é que no meio de tudo isto ainda tento montar um pequeno negócio que me permita ganhar um dinheiro extra. Não tem sido fácil mas tem sido um desafio bom, mas muito difícil.  Sinto-me cansado, estou cansado. Já chega.


9 de maio de 2014

Já deixei de beber café. Já não vou ao cinema, senão apenas para ver filmes de animação com o meu filho. Não compro roupa, perfumes, sapatos, ténis. Anulei alguns serviços de comunicações. Adverti já o filho sobre o tempo que está no banho, por causa do gás e água. Ainda compro de vez em quando um vinho para acompanhar uma refeição mais fixe que prepare (mas baratos, não chegam aos 5€). Deixei de ir a uma cervejaria perto de casa beber uma imperial de vez em quando. Comida não olho a preços, isso não, tudo menos. Os impostos de circulação  estão em atraso desde o ano passado. Seguro do mini que meu pai ofereceu não o paguei, por falta de dinheiro e uma vez que não ando com o carro. Ainda na médica anterior, pedi que trocasse o Valdoxan por outra coisa mais acessível, uma vez que cada caixa de Valdoxan custava um pouco mais de 20 € com comparticipação. Mudou para a Venlafaxina, muito mais barata -não chega aos 5€, senão erro-. O renault que comprei por 1400 euros o ano passado, está sempre na reserva. Não consigo comportar carro e mota.Só um e mal, por isso fica a mota, gasta menos, vou com ela para todo o lado, não tenho problemas de stacionamento e ainda pago menos 30% nas portagens. Também não compro livros. Os novos que vou arranjando....é melhor nem dizer mais nada. Quando vejo o leite a acabar, ou bolachas para o João, ou cereais, suspiro e tento não chorar.
Apesar de tudo, estou a escrever isto mas não me sinto triste, decepcionado, frustrado. Estou a falar disto como podia estar a falar...outra merda qualquer.
Comer fora só o João  e para ir ao Mac em dias especiais.

Neste  tudo, vai ter de passar a constar outra coisa: consultas de psiquiatria.

6 de maio de 2014

Nada de novo aqui, nada de novo na minha vida ou em mim. Só um cansaço, que também não é novo. tenho de cortar este cordão umbilical.

Nomes que me chamaram

Já me chamaram de tudo: maluco, ordinário, merdoso, porco, que provoco mau ambiente, mau, feio, mau pai, mau professor, etc, hoje, chamaram-me uma coisa nova, que nunca ninguém me chamou: "pila d'aço". Hpje chamaram-me: "pila d'aço".

Nem tudo podia ser mau!

Hoje


4 de maio de 2014

Sem título

Já tentei, tudo ou quase tudo.

A bem, procurando fazer ver a necessidade de estudar, a importância de estudar, de se aplicar; a mal...; com a aplicação de conhecimentos de psicologia, apresentando-lhe reforços positivos: dou-te uma moeda se te portares bem e fizeres os trabalhos com o pai; e o maior reforço e estímulo que julgo podia dar: se passares de ano o pai dá-te uma bicicleta com suspensões e mudanças! Mas o bicho é tão bicho que nem assim.
Assim, restam-me duas alternativas:
1) dar desprezo e deixá-lo andar ao deus dará  para não lhe dar um murro (mesmo a sério) no focinho e uns valentes pontapés (a sério mesmo), correndo depois o risco de ser feita alguma queixa à CPCJ pelas evidentes marcas de agressão por parte do pai -eu-.
2) agarrá-lo pelos cabelos, obrigá-lo a sentar-se ao pé de mim e fazer os trabalhos e estudar um pouco juntamente comigo, sabendo eu que o que ele fizer comigo não vai surtir efeito algum.
Qual escolher?

(já advirto os potenciais leitores/as deste post que venham a comentar coisas como "tenta falar com ele, etc; usa o bom senso, etc" já foi e é demais por mim usado; juro, pela saúde da minha mãe!)

3 de maio de 2014

Jantar


linguado au maunier com vegetais salteados e batata.

2 de maio de 2014

Eu por mim ou eu segundo os outros

Sinto-me triste, apesar de até às 15 horas do dia de hoje ter estado muito bem disposto.
Ao ponto de ter vontade de fechar outra vez esta merda.

Sei porque estou triste, mas guardo os porquês para mim.

Segundo muitos, isto é ser maluco apesar de me terem ensinado outro nome.


Primeira noite sentado na rua, de manga curta, com um copo de vinho verde e o cão por companhia, enquanto o João Tomás brinca na rua com outro menino.
Que saudades.


1 de maio de 2014

Almoço

Porco com molho de whisky e laranja com arroz basmati 

30 de abril de 2014

Almoço

Fez-se um caldo de marisco com cabeça de lagosta e cascas de lagostins


 para fazer um risotto de lagostins (do rio, comprados em alcácer do sal) com vieira, que soube muito bem.

para entrada, laranja com funcho!


Hoje

porque há muito não revelava desta forma o meu estado de alma.

mais um polo beto e os motorbike dainese vintage shoes!!!

27 de abril de 2014

Almoço


Bacalhau em sous-vide e depois salteado, puré de batata à bulhão pato e legumes.

17 de março de 2014