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8 de maio de 2014
24 de abril de 2014
26 de novembro de 2012
A custo zero
Há estádios do euro 2004 a dar prejuízo desde sempre. Planeámos o Euro 2004 para um país que não é o nosso, nem será o nosso, mesmo daqui a muitos anos.
Por outro lado, temos algo que é nosso, já construído e que é extraordinariamente mal aproveitado.
Por outro lado, temos algo que é nosso, já construído e que é extraordinariamente mal aproveitado.
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12 de outubro de 2012
28 de dezembro de 2010
"Uma forma de me despedir"
"Há o mar há a mulher
(...)
Não sei se gosto mais do mar
se gosto mais da mulher
Sei que gosto do mar sei que gosto da mulher
e quando digo o mar a mulher
não digo mar ou mulher só por dizer
(...)
Enfim o mar a mulher
pode num dos casos ser a/mar a mulher
mera forma talvez de uniformizar o artigo
definido do singular
Há ondas no mar
o mar rebenta em ondas espraiadas nos compridos
cabelos da mulher
que ela faz ondular melhor de tarde em tarde
no mês de setembro nas marés vivas
O melhor da mulher talvez o olhar
é para mim o mar da mulher
e à mulher que um só dia encontro na vida
de passagem um simples momento num sítio
qualquer
talvez a quilómetros do mar
mas mulher que não mais consigo esquecer
mesmo imerso na dor ou submerso em cuidados
a essa mulher qualquer
eu chamo mulher do mar"
Ruy Belo
fotografias tiradas por mim ontem, a flores dor amo que ofereci no meu aniversário à minha mãe
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Poesia
18 de novembro de 2010
14 de outubro de 2010
Hoje...
...ela mandou-me um sms em que dizia: vai ver o mar.
Sorrio e respondo: já tou de prancha debaixo do braço pronto a surfar.
O mar estava lindo, clássico. Metro ou um pouco mais em tamanho de ondas mas cheio de raiva, duro, agreste, apesar de correntes pouco fortes.
Linda e indescritível a sensação de estar dentro de água. Só nós, o silêncio, e o mar, o seu sussurro, a sua raiva e doçura em simultâneo. A sua magia e força, o seu encanto. As massas de água na nossa direcção. Golias que nos procuram engolir, pequenos David's, que procuram contrariar a natureza e ainda pior, brincar com ela.
O rugido brutal de uma onda que fecha, que explode.A espuma como destroços. O embalar-nos no redondo da onda. E quando apanhamos uma, aquele contentamento de domar um dragão, um misto de paz, de prazer perante aquela beleza que se enrola à frente dos nossos olhos e de raiva, como que a dizermos: afinal sou tão forte como tu,afinal sou capaz.
No fim da batalha um cansaço enorme, mas uma satisfação ainda maior. Saímos dele, do mar, mas é impossível não virar e olhar para ele e nessa altura nunca se acredita que se esteve ali no meio de toda aquela beleza, doçura e raiva também, porque é infinitamente maior e mais poderoso que nós.
E depois, depois, o desejo, a vontade de mais.
A calma, porque lá, lá esquece-se tudo.
22 de agosto de 2010
3 de julho de 2010
Ontem
Ontem estive no fim da tarde na praia.(onde vi pescadores, redes, barcos e peixe e gaivotas)
A certa altura oiço motores e olho e vejo tractores. Os tractores que os pescadores usam.
OS pescadores, com a pele seca, árida, rija como escamas. A pele dos pescadores com a cor do céu à hora do sol pôr.
Através de um cabo apenas, arrancam ao mar o sal, que para eles é água que lhes mata a sede e a fome.
Começam a surgir as redes agarradas ao dito cabo e mais tarde o peixe que as gaivotas perseguem. Ao espectáculo, juntam-se os inevitáveis espectadores, pessoas que observam toda aquela azáfama, crianças que questionam os pais, pessoas que se acabavam por confundir com os pescadores porque se querem sentir vivas e próximas do sal da vida, pessoas que afastam as gaivotas e, pessoas como eu, que admiram, boquiabertos, em silêncio todo aquele esplendoroso circo.
Imagens muito bonitas sobre o tema, encontras aqui.
Tenho as minhas, mas não me estão acessíveis.
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30 de junho de 2010
17 de setembro de 2009
Manhã
O dia está bonito. Chama para uma surfada. Tenho saudades de sentir o sal do mar na cara, de sentir o vento e a água a escorrer pelo rosto. De sentir o movimento das águas. De estar só eu, a água, a luz, o céu azul...e o frio. Saudades do redondo da onda, da sua força, do seu beijo, da sua carícia e aconchego, saudados do seus dedos-espuma. Do seu som encantatório.
Na falta, injecta-se uma dose de adrenalina no corpo, ouvindo, até à exaustão, mais uma música indiscritivelmente bela.
http://www.youtube.com/watch?v=e74PetAlMqY&feature=related
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