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24 de dezembro de 2013
Mode...
lareira acesa copo de moscatel roxo Omara Portuondo e maria Bethânia no Dvd com as válvulas a darem este som lindo de morrer, envolvente e a brincar como JT com prendas que já abriu.
9 de dezembro de 2013
Também dou música.
Há blog, bloggers, sites, marcas, bandas, etc a dar literalmente música ou simplesmente a dar música. Pois bem, chegou a minha vez, a vez deste blog merdoso vos dar música. E por esta altura perguntam: mas que música afinal? calma malta, ei-la, a música,é só clicarem aqui e ao fazerem-no são re-encaminhados para o site da mítica marca audiófila inglesa Linn. A Linn está a oferecer um download grátis por dia, de uma música da sua chancela (a Linn fabrica produtos de alta fidelidade -o mítico giradiscos PL12- e é simultaneamente uma etiqueta discográfica) em 24 bits. A oferta estende-se até 25 de Dezembro.
Como os próprios anunciam:
Como os próprios anunciam:
"Enjoy a Christmas gift, with love from Linn
As a special Christmas gift, we're giving away a different, free 24-bit Studio Master track every day until Christmas day, available to download from Sunday 1st December.
Explore and expand your musical tastes with a host of magical recordings from a variety of genres, up-coming musicians and well-known favourites.
But we know no-one likes waiting, so in the spirit of Christmas, here's a taster of what’s to come – enjoy an award-winning choral piece from Handel’s world-famous 'Messiah' by the Dunedin Consort*."
Boa música.
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21 de dezembro de 2012
Enquanto uns andam nas compras
"Nome:
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JOAO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
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Especialidade:
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PSIQUIATRIA
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Acto:
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CONSULTA DE PSIQUIATRIA
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Médico:
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Drª. Ana Nava
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Gabinete:
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Gabinete 2
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Data:
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24-12-2012
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Hora:
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10:45"
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Espírito da época #2
Etiquetas:
Devaneios,
Discos não pedidos,
Natal,
Paixão,
Sexualidade,
tou que tou
30 de novembro de 2012
prova dos nove
Certo dia, não há muito tempo, a S. que pertence ao CAF, chamou-me. Contou-me que a X abriu insolvência e tinha ficado sem absolutamente nada. O amrido havia sido vigarizado por um suposto colega de negócio. A X, perdeu 2 casas, carros, ouro, etc. vai à igreja pedir comida para 2 filhos, um menino de 5 anos que stá no jardim de infância onde o JOão Tomás andou o ano passado e uma filha a frequentar o 7º ano. A S. diz que estão a organizar um cabaz para a X e se eu queria entrar com algo, disse que sim e identifiquei o queria dar. AInda falei que dava uns pães e um bolo rei da padaria do meu pai e irmão.
De vez em quando a X vem-me à cabeça e em especial o filho pequenino. Tenho pensado se o rapazinho terá prendas no sapatinho. Tenho pensado se devia ou não falar com a X. Decici não falar, para ela não ser exposta e não leh provocar mais constarngimentos, mas há pouco, há cerca de uma hora, a X entrou aqui na sala de estudo onde "trabalho", e impulsivamente quiçá, fui ter com ela e disse-lhe: "preciso falar contigo de adulto para adulto, de pai para mãe.". A X. ficou assustada por não saber o que seria. Disse-lhe que sabia da situação dela, que ela tentou disfarçar nos segundos iniciais, ams depois não foi possível ela manter e vieram as la´grima. Pedi desculpa por provocar-lhe o choro, mas que só queria que ela e o marido tivessem uma prenda pra dar aos filhos na noite de natal. Continuava a chorar e mostrou surpresa por tal oferta surgir assim sem mais nem menos e de um total desconhecido. Contou-me em rigor como foram enganados pelo suposto sócio do marido. Não perguntei onde e comoe stão a sobreviver, disse-lhe até que não interessava como tinham chegado ali, que queria era oferecer algo para os filhos dela. Que não, que eu já ganho pouco aqui. Não X, se estou a oferecer é porque posso, esquece, aceita e esquece, é o que te peço, disse-lhe. Expliquei-lhe que também sou pai, que percebo, que imagino o que será não ter algo para dar aos filhos no natal. Agracece-me e só lhe peço que não me faça isso, que aceite sem mais. Conta-me da filha do 7º ano -que conheço- que lhe está custar muito. Lá vamos conversando, já com uma certa cumplicidade ela agradece e vai ao seu trabalho, eu sinto um alívio enorme e quero comprar depressa algo para os filhos que não são meus, porque agora sou pai e percebo isso tudo muito bem.
Talvez faça mal por várias razões, mas não consigo não fazer outra coisa senão isto.
É simples. Basta imaginar-me de mãos vazias, sem um sorriso, sem um pequeno brilho para o meu filho.
Disse-lhe, X, isto fica entre nós, ninguém precisa de saber.
Talvez faça mal por várias razões, mas não consigo não fazer outra coisa senão isto.
É simples. Basta imaginar-me de mãos vazias, sem um sorriso, sem um pequeno brilho para o meu filho.
Disse-lhe, X, isto fica entre nós, ninguém precisa de saber.
24 de dezembro de 2010
23 de dezembro de 2010
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