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3 de março de 2019

Velar

ve·lar 1 - Conjugar
(latim vigilo-are)
verbo transitivo
1. Estar de vigia aestar de guarda ageralmente durante as horas habitualmente dadas ao sono. = VIGIAR
2. [Figurado]  Proteger.
3. Proteger.
4. Não abandonar.
5. Interessar-se com vigilante zelo.
6. Exercer vigilância sobre.


"velar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/velar [consultado em 03-03-2019].


Sempre que regresso a casa, lá está ele. Todos os dias, seja a que hora for...acredito que seja a minha mãe a velar por mim, a cada minuto que aqui estou.

1 de outubro de 2018

9 anos depois de começar este espaço, aqui volto. senti a curiosidade, a vontade.

22 de junho de 2016

É o fim da noite da minha primeira folga da semana. É certo que me esqueci de uma ou duas tomas do ácido valpróico e a benzodiazepna receitada acabou ha 3 dias, mas, agora que aqui estou ao computador a ouvir música e a escrever estas palavras sinto-me melhor.
Porque não é sempre tudo fácil e simples como agora?

3 de março de 2016

Voltam também as fotos de jantares e assim...

 legumes salteados com quinoa e semente papoila e atum fresco grelhado

18 de fevereiro de 2016

Devir

"Devir (do latim devenire, chegar) é um conceito filosófico que significa as mudanças pelas quais passam as coisas"
in Wikipedia

Passaram alguns meses, muitos até. Nesses meses muita coisa mudou na minha vida: mudei de profissão; o meu pai morreu; a minha cunhada morreu; a minha mãe passou a viver comigo; tenho outro cão, outro labrador, agora cor chocolate; o pequeno João tornou-se maior, já anda no 4º ano; fiquei sem carro, comprei carro, dei o carro e comprei outro. Nos carros ainda, o famoso carro amarelo que seria para o neto -meu filho-, está já, infelizmente, na minha garagem.

Hesitei várias vezes em voltar aqui, mas agora tive este impulso de me materializar por aqui, novamente.  Ainda pensei numa coisa nova, mas goste eu próprio ou não, não posso apagar tudo o que se cristalizou em mim e me trouxe até aqui.

Parece que as imagens que por aqui andavam se apagaram com o tempo, pelos vistos na informática, também há marés a lavar a areia. Tenho pena mas assim terá de ficar.

Ao longo dos tempos fui mudando o nome da tasca, agora, é este que me apraz.

Aqui estou.


23 de agosto de 2014

" (...)
 
  Então receberei no meu desejo
  Todo o fogo que habita na floresta
  Conhecido por mim como um beijo.
 
  (...) "



Em Todos os Jardins, Sophia de Mello Breyner Andersen

16 de agosto de 2014

At work


Amuse bouche da noite:

Sopa fria de melancia com salmão marinado e ervas frescas.

9 de maio de 2014



Já deixei de beber café. Já não vou ao cinema, senão apenas para ver filmes de animação com o meu filho. Não compro roupa, perfumes, sapatos, ténis. Anulei alguns serviços de comunicações. Adverti já o filho sobre o tempo que está no banho, por causa do gás e água. Ainda compro de vez em quando um vinho para acompanhar uma refeição mais fixe que prepare (mas baratos, não chegam aos 5€). Deixei de ir a uma cervejaria perto de casa beber uma imperial de vez em quando. Comida não olho a preços, isso não, tudo menos. Os impostos de circulação  estão em atraso desde o ano passado. Seguro do mini que meu pai ofereceu não o paguei, por falta de dinheiro e uma vez que não ando com o carro. Ainda na médica anterior, pedi que trocasse o Valdoxan por outra coisa mais acessível, uma vez que cada caixa de Valdoxan custava um pouco mais de 20 € com comparticipação. Mudou para a Venlafaxina, muito mais barata -não chega aos 5€, senão erro-. O renault que comprei por 1400 euros o ano passado, está sempre na reserva. Não consigo comportar carro e mota.Só um e mal, por isso fica a mota, gasta menos, vou com ela para todo o lado, não tenho problemas de stacionamento e ainda pago menos 30% nas portagens. Também não compro livros. Os novos que vou arranjando....é melhor nem dizer mais nada. Quando vejo o leite a acabar, ou bolachas para o João, ou cereais, suspiro e tento não chorar.
Apesar de tudo, estou a escrever isto mas não me sinto triste, decepcionado, frustrado. Estou a falar disto como podia estar a falar...outra merda qualquer.
Comer fora só o João  e para ir ao Mac em dias especiais.

Neste  tudo, vai ter de passar a constar outra coisa: consultas de psiquiatria.

8 de maio de 2014

"Estou cansado, é claro, 
Porque, a certa altura, a gente tem que estar cansado. 
De que estou cansado, não sei: 
De nada me serviria sabê-lo, 
Pois o cansaço fica na mesma. 
A ferida dói como dói 
E não em função da causa que a produziu. 
Sim, estou cansado, 
E um pouco sorridente 
De o cansaço ser só isto 
Uma vontade de sono no corpo, 
Um desejo de não pensar na alma, 
E por cima de tudo uma transparência lúcida 
Do entendimento retrospectivo... 
E a luxúria única de não ter já esperanças? 
Sou inteligente; eis tudo. 
Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto, 
E há um certo prazer até no cansaço que isto nos dá, 
Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa. "

Álvaro de Campos, in "Poemas"

6 de maio de 2014

Nada de novo aqui, nada de novo na minha vida ou em mim. Só um cansaço, que também não é novo. tenho de cortar este cordão umbilical.

Nomes que me chamaram

Já me chamaram de tudo: maluco, ordinário, merdoso, porco, que provoco mau ambiente, mau, feio, mau pai, mau professor, etc, hoje, chamaram-me uma coisa nova, que nunca ninguém me chamou: "pila d'aço". Hpje chamaram-me: "pila d'aço".

Nem tudo podia ser mau!

Gastronomia e os licenciados

5 de maio de 2014

Quem viu?

Eu vi, na sua estreia em Portugal. Fui ao Corte Inglés e ainda recebi uma t-shirt de promoção que ainda tenho, e muito engraçada por acaso.
Foi o primeiro filme que vi deste realizador e achei um filme excelente.
Nunca o revi, mas lembro-me bem do filme e, hoje, voltei a lembrar-me.
Quem não viu, fica aqui com o trailer. O filme é excelente.
Em Portugal foi traduzido para "Cruel".



4 de maio de 2014

Sem título

Já tentei, tudo ou quase tudo.

A bem, procurando fazer ver a necessidade de estudar, a importância de estudar, de se aplicar; a mal...; com a aplicação de conhecimentos de psicologia, apresentando-lhe reforços positivos: dou-te uma moeda se te portares bem e fizeres os trabalhos com o pai; e o maior reforço e estímulo que julgo podia dar: se passares de ano o pai dá-te uma bicicleta com suspensões e mudanças! Mas o bicho é tão bicho que nem assim.
Assim, restam-me duas alternativas:
1) dar desprezo e deixá-lo andar ao deus dará  para não lhe dar um murro (mesmo a sério) no focinho e uns valentes pontapés (a sério mesmo), correndo depois o risco de ser feita alguma queixa à CPCJ pelas evidentes marcas de agressão por parte do pai -eu-.
2) agarrá-lo pelos cabelos, obrigá-lo a sentar-se ao pé de mim e fazer os trabalhos e estudar um pouco juntamente comigo, sabendo eu que o que ele fizer comigo não vai surtir efeito algum.
Qual escolher?

(já advirto os potenciais leitores/as deste post que venham a comentar coisas como "tenta falar com ele, etc; usa o bom senso, etc" já foi e é demais por mim usado; juro, pela saúde da minha mãe!)

Hardcore explícito!

 roseira
 flor de laranja a rebentar
 outra roseira
 outra flor de macieira a rebentar
 as maçãs já maiores

 flor de cebolinho (isto num vaso feito a partir de um garrafão de plástico)


 teia de aranha num arbusto

3 de maio de 2014

Jantar


linguado au maunier com vegetais salteados e batata.

2 de maio de 2014

Eu por mim ou eu segundo os outros

Sinto-me triste, apesar de até às 15 horas do dia de hoje ter estado muito bem disposto.
Ao ponto de ter vontade de fechar outra vez esta merda.

Sei porque estou triste, mas guardo os porquês para mim.

Segundo muitos, isto é ser maluco apesar de me terem ensinado outro nome.


Primeira noite sentado na rua, de manga curta, com um copo de vinho verde e o cão por companhia, enquanto o João Tomás brinca na rua com outro menino.
Que saudades.