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1 de outubro de 2018

9 anos depois de começar este espaço, aqui volto. senti a curiosidade, a vontade.

6 de maio de 2014

Nada de novo aqui, nada de novo na minha vida ou em mim. Só um cansaço, que também não é novo. tenho de cortar este cordão umbilical.

5 de maio de 2014

Para a Baby Suicida.





Quem viu?

Eu vi, na sua estreia em Portugal. Fui ao Corte Inglés e ainda recebi uma t-shirt de promoção que ainda tenho, e muito engraçada por acaso.
Foi o primeiro filme que vi deste realizador e achei um filme excelente.
Nunca o revi, mas lembro-me bem do filme e, hoje, voltei a lembrar-me.
Quem não viu, fica aqui com o trailer. O filme é excelente.
Em Portugal foi traduzido para "Cruel".



Para a "Gaia" do Décima Hora

Umas fotos.

29 de abril de 2014

Para a Ana Freitas Almeida



Brinde-se com o meu espumante de eleição!

25 de abril de 2014

O gato de Schrondinger ou dos blogs?!

"Schrödinger escreveu:
Cquote1.svgQualquer um pode mesmo montar casos bem ridículos. Um gato é trancado dentro de uma câmara de aço, juntamente com o dispositivo seguinte (que devemos preservar da interferência directa do gato): num tubo contador Geiger há uma pequena porção de substância radioativatão pequena que talvez, no decurso de uma hora, um dos seus átomos decaia, mas também, com igual probabilidade, talvez nenhum se decaia; se isso acontecer, o tubo contador liberta uma descarga e através de umrelé solta um martelo que estilhaça um pequeno frasco com ácido cianídrico. Se deixarmos todo este sistema isolado durante uma hora, então diremos que o gato ainda vive, se nenhum átomo decaiu durante esse tempo. A função-Ψ do sistema como um todo iria expressar isto contendo em si mesma o gato vivo e o gato morto simultaneamente ou dispostos em partes iguais.
É típico destes casos que uma indeterminação originalmente confinada ao domínio atómico venha a transformar-se numa indeterminação macroscópica, a qual pode então ser resolvida pela observação direta. Isso previne-nos de tão ingenuamente aceitarmos como válido um "modelo impreciso" para representar a realidade. Em si mesma esta pode não incorporar nada de obscuro ou contraditório. Há uma diferença entre uma fotografia tremida ou desfocada e um instantâneo de nuvens e bancos de nevoeiro. Cquote2.svg

A verdade que Schrodinger desconhecia, assim como Einstein, é que, a situação acima relatada não só não é ridícula, como  é afinal a verdade, quer dizer, uma das regras básicas de funcionamento da racionalidade humana, que data já dos gregos e que diz que "uma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo", é não só possível, como, mais, é mesmo o substracto da realidade.




Dos blogs, das pessoas e tudo o resto. Uma borla.

"Ora, uma coisa é ser sincero por dever, e outra coisa ser sincero pôr temos das conseqüências
desagradáveis: no primeiro caso, o conceito da ação em si mesma contém já uma lei
para mim; mas no segundo caso, preciso, antes de mais nada, tentar descobrir alhures
quais as conseqüências que se seguirão à minha ação. Porque, se me desvio do princípio do dever, cometo decerto uma ação má; mas se abandono minha máxima de
prudência, posso, em certos casos, auferir daí grandes (403) vantagens, embora, na
verdade, seja mais seguro ater-me a ela. Afinal de contas, no concernente à resposta a
esta questão: se uma promessa mentirosa é conforme ao dever, o meio mais rápido e
infalível de me informar consiste em perguntar a mim mesmo: ficaria eu satisfeito, se
minha máxima (tirar-me de dificuldades por meio de uma promessa enganadora
devesse valer como lei universal (tanto para mim como para os outros? Poderei
dizer a mim mesmo: pode cada homem fazer uma promessa falsa, quando se encontra
em dificuldades, das quais não logra safar-se de outra maneira ? Deste modo, depressa
me convenço que posso bem querer a mentira! mas não posso, de maneira nenhuma
querer uma lei que mande mentir; pois, como conseqüência de tal lei, não mais haveria
qualquer espécie de promessa, porque seria, de fato, inútil manifestar minha vontade a
respeito de minhas ações futuras a outras pessoas que não acreditariam nessa
declaração, ou que, se acreditassem à toa, me retribuiriam depois na mesma moeda; de
sorte que minha máxima, tão logo fosse arvorada em lei universal, necessariamente se
destruiria a si mesma"

Fundamentação da Metafísica dos Costumes; Immanuel KANT

23 de abril de 2014

20 de abril de 2014

Maluco mas posso ser a melhor pessoa do mundo.

Toda a gente, por este mundo virtual a fora é perfeito. É-o tanto mais perfeito quando reconhecem que não são perfeitos. Mas reconhecendo que não são perfeitos -quando o reconhecem-, nunca dão mostras dessa imperfeição, o que faz sentido, já que, são perfeitos.

Ora eu, foda-se, não sou menos que os demais. Portanto, com toda a propriedade o afirmo:

Sou a melhor pessoa do mundo e arredores!

E porquê ou como é isso possível?

Simples: sou crismado. 

Decido sê-lo enquanto estudante na Universidade Católica Portuguesa, Lisboa.
A cerimónia de crisma foi na só na Sé de Lisboa e o meu padrinho de crisma foi um colega de primária e que, na altura, já havia sido ordenado padre, o Padre Miguel.
Mais, quem acompanhava o "meu" grupo era o então capelão da Universidade Católica, José Tolentino Mendonça.

Sim eu sei, sou pecador, podem argumentar. Mas por saber que sou pecador é que sou perfeito, porque sei quais as minhas imperfeições.

Consegues melhor?

Dirão: esta merda não faz sentido! Pois não! Digo eu! Mas também não faz sentido dizer-se que não se é perfeito mas nunca se reconhecer erros e ainda se julgar os outros! E para além disso, eu afirmei que isto não faz sentido, o que faz sentido porque não sou perfeito.