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8 de maio de 2014
7 de maio de 2014
4 de maio de 2014
Hardcore explícito!
roseira
flor de laranja a rebentar
outra roseira
outra flor de macieira a rebentar
as maçãs já maiores
flor de cebolinho (isto num vaso feito a partir de um garrafão de plástico)
teia de aranha num arbusto
flor de laranja a rebentar
outra roseira
outra flor de macieira a rebentar
as maçãs já maiores
teia de aranha num arbusto
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Vida
28 de abril de 2014
24 de abril de 2014
9 de março de 2014
23 de fevereiro de 2014
22 de fevereiro de 2014
vinho que acompanhou e bem a refeição, uma vez que se tratando de porco, o doce natural do colheita tardia contrabalançou com o "gordo" do porco e o corpo do bechámel na batata gratin, que hoje, por já ter a ligação mais sólida, já não se desmontou.
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Vida
21 de fevereiro de 2014
Jantar cá de casa
como eu calculava, o João filho adorou esta batata.
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Vida
20 de fevereiro de 2014
"
I
É o mar, meu amor
na febre dos teus olhos
É o manso fascínio
da onda que se inventa
É o mar, meu amor
mestiço nos teus olhos
É o mirto, o queixume
a mansidão tão lenta
II
É o mar, meu amor o
lastro dos sentidos
que afogas nos olhos
sem nunca te afundares
É o mar, meu amor
que transportas nos olhos
e onde eu nado o tempo
sem nunca me encontrar."
Maria Teresa Horta, As Palavras do Corpo
pág. 72
I
É o mar, meu amor
na febre dos teus olhos
É o manso fascínio
da onda que se inventa
É o mar, meu amor
mestiço nos teus olhos
É o mirto, o queixume
a mansidão tão lenta
II
É o mar, meu amor o
lastro dos sentidos
que afogas nos olhos
sem nunca te afundares
É o mar, meu amor
que transportas nos olhos
e onde eu nado o tempo
sem nunca me encontrar."
Maria Teresa Horta, As Palavras do Corpo
pág. 72
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Poesia
18 de fevereiro de 2014
A verdadeira, agorinha mesmo:, com a maionese que hoje tive paciência de fazer, o pão de forma e ovo cozido.
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17 de fevereiro de 2014
15 de fevereiro de 2014
12 de fevereiro de 2014
Apesar de algumas vicissitudes no dia de hoje, consegui ter um jantar muito bom, ainda para mais, do agrado do João filho. Aliás, fiz este jantar por causa dele, para ele. Puré de batata, que me andava a pedir há uns dias e carne picada. O vinho que acompanhou foi este, excelente. Vinho trazido da cerimónia Mesa Marcada 10 Melhores Chefes e Restaurantes, onde estive com o meu irmão com o pão da família.
Só consegui jantar isto porque deixei tudo feito ontem, hoje, foi só aquecer.
A receita do puré tem "segredos"(não há segredos na cozinha, há técnicas, daí as aspas) que vou passar para quem, tropeçando aqui nesta merda, possa querer.
Puré de batata:
Levam-se duas chalotas a caramelizar com manteiga. Depois de caramelizadas, deita-se leite quente suficiente para tapar as batatas que se vão cozer. Depois de cozidas, passam-se as batatas num passe-vite. (as chalotas podem ir junto com as batatas).A seguir passa-se o puré obtido por um passador com a ajuda de uma colher ou umas varas. Depois leva-se o puré obtido, já passado pelo passador, a um processador -vulgo, Bimby-, durante uns 10 minutos em velocidade alta -aí um 7-.
Se for para ser comido logo, acrescenta-se leite ou natas a gosto e temperos (ervas; pimentas; queijo; chás; açafrão ou que passar pela cabeça) enquanto o preparado é emulsionado na Bimby.
Se não for para ser comido logo, guarda-se no frio e na altura de comer faz-se o passo descrito anteriormente.
O puré vai ficar aveludado e sem grumos.
Dá trabalho? pois dá! mas é por isso que na tasca da esquina se paga 10 euros por uma refeição completa já com bebida e café e se paga 40 ou 50 no restaurante mais ou menos xpto!
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Vida
7 de fevereiro de 2014
5 de fevereiro de 2014
31 de janeiro de 2014
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