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16 de agosto de 2011

Sem título

Trabalha comigo em regime part-time, portanto, 4 horas por dia. Não sabe falar qualquer outra língua que não o português. Não sei se tem sequer o 12º ano, pelo menos, no entanto, os 320 euros que recebe mensalmente, na sua opinião, é pouco.
Outro, com mais idade, penso que também não terá mais que o 12º ano, no entanto, domina outra línguas, mas diz que bi-polaridade é ter duas personalidades.

Isto são os meus colegas de trabalho.


ps- não, não me estou a querer armar, mas acho que estes meus colegas têm pouca noção da realidade, ou de como as  coisas realmente são.

31 de julho de 2011

Num olhar

Não sabem se vivo num bairro social ou vivenda ou apartamento. Se vivo na linha ou fora dela. Se tenho carro novo ou velho, caro ou barato, ou se chego a ter veículo próprio. Não sonham quem são meus pais nem tão pouco que posso vir a ser professor dos seus netos/as. Não sabem na realidade acerca de mim tirando o que se vê e isso é muito pouco. No entanto é inevitável. Quando me olham, em certas circunstâncias, como a de hoje, há um olhar que transparece estereótipos e preconceitos e expectativas que lamento lhe sairiam erradas e eu, lá fico a moer naquele olhar, no que me apetecia gritar aos ouvidos daquela gente, das lágrimas que prendo facilmente com a ajuda dos remédios.
Um olhar apenas, rápido, muito rápido, é quanto baste.


nota: já fodia!

2 de julho de 2011

29 de maio de 2011

Dicionário

Nós dizemos pêra (barba) os brasileiros cavanhaque.
Nós dizemos patilhas eles dizem costeleta.
Nós dizemos esfregão (da loiça) eles dizem bucha.
Nós dizemos agrafador eles dizem grampeador.
Nós dizemos autoclismo eles dizem descarga.
Nós dizemos tuperuere eles dizem pótinho.
Nós dizemos foder eles dizem foder.

19 de maio de 2011

Ontem

Uma vez foi o C.
Ontem foi  a vez do gerente da coisa, o sr. J.G.. Passa por mim e pergunta se está tudo bem comigo, que pareço chateado. Sorrio e digo que não. O homem ficou mais aliviado, pelo menos pareceu.
E não estava chateado de facto. Estava cansado, agastado, desgastado. Estou. Sou.

18 de maio de 2011

ohnilasac O

Ele era um tipo normalíssimo -assim tipo eu-, ela muito bonita -na minha opinião-. Pele morena, cabelo escuro, liso, apanhado, um casaco tipo gabardina com um cinto castanho escuro à cintura, saia e umas meias que deixavam ver as pernas adultas, maduras, redondas e uns sapatos tipo sabrina, ligeiramente bicudos à frente. Não me lembro de lhe ter apanhado um perfume nem ter visto brincos, apenas um solitário no anelar direito.
Pela idade de ambos, mais de 30 seguramente, já viviam juntos, ou até casados, pela conversa dissiparam-se as dúvidas.
Ela pede primeiro. Quando questiono pela sobremesa sorriu e os olhos brilharam. Virou-se para ele e perguntou se ele também queria. Ele, coloca um ar sério e grave, enche o peito e diz: "Vou aproveitar que há testemunhas  e vou-te dizer. Tens lá um tabuleiro deste tamanho (e fez um gesto abrindo os braços a demonstrar o tamanho do tabuleiro) cheio de arroz doce que te fiz há dois dias e ainda não o comeste e agora queres comer aqui uma sobremesa?! por mim não!".
A mulher não só ficou envergonhadíssima como só não chorou por um triz. Durante o resto de tempo que permaneceram ao balcão a mulher teve um ar miserável.

16 de maio de 2011

Sem título

Pior que um gajo histérico, só mesmo quatro gajos histéricos a tresandarem a Le Male, do Jean Paul Gaultier.

6 de maio de 2011

Sem título

Hoje, no part-time, esteve lá um e.t. disfarçado de bácoro disfarçado de gaja, senão vejamos: quem é que come em primeiro lugar profiteroles com chocolate quente seguidos imediatamente de um naco de carne de 200gr. com uma imperial e deixa os guardanapos mascarrados de vermelho? e ainda se vestia de um modo que servia de exemplo para: "aprenda o que não fazer!". É que nem aos calcanhares da Miss Piggy chegava!

28 de abril de 2011

Resiliência II

Sim sou capaz do inesperado e mais capaz do que possa parecer e muita gente pensar. Assim sendo, ontem, mostrei ao W., que não  o "meu" W. -o são tomense, este outro é brasileiro- que tenho os colhões no sítio e espero que tenha percebido que da próxima deve pensar duas vezes antes de ser arrogante e altivo comigo. O B., esse, também brasileiro e muito fixe, ria por todos os lados e ficou impávido a assistir àquilo, nunca esperando que eu fosse capaz de tal, porque sempre me viu como  " calmo e educado", ao que respondi que sou um gajo muito nervoso, muito impaciente e impulsivo, mas que como e calo, mas que, naquela situação o W. levou-me de imediato aos limites e que com a  respectiva educação meti o  atrasado mental no lugar dele.
Que se passou? passou-se então o seguinte: atendia eu uma cliente, o papelinho do pedido saiu na cozinha ao que o senhor do seu metro e tal, mas seguramente muito maior e mais forte que eu, com ar de absolutamente falta de bom senso, de sentido de oportunidade, bom, de tudo e mais alguma coisa, num tom ainda por cima de altivez, de superioridade, me diz/pergunta qual o ponto da carne. Disse eu: "ah!", perguntei à rapariga e informei o dito cujo. Continuo eu a atender a rapariga que olhava para aquele bizarro espectáculo do tipo brasileiro da cozinha que continuava não sei com quem a praguejar, ou seja, a dar uma mau aspecto enorme e sem necessidade. Fosse um gajo com massa encefálica e por sua vez educação, chamava-me à parte e dizia o que tinha a dizer, mas não, aquela imagem deprimente que deixou de tudo e todos era melhor.
Esperei que a rapariga saísse, quando saiu e o balcão ficou vazio virei-me para trás para aquilo e chame-io e disse-lhe qualquer coisa como isto: "Oh W. sei que errei, mas ninguém é pefeito e vou ficar à espera do teu próximo deslize. professas tanto as atitudes contidas para não dar mau especto e chamas e bem À atenção quando alguém faz algo de modo incorrecto e pões-te tu agora a falar comigo desta maneira À frente da cliente?!", ele entretanto começa a caminhar para longe de mim e para fora da minha frente/face e a dizer num tom de tonto e claramente de ter sido fodido por quem menos esperava quando menos esperava: "ué eu fálo assim com tôda a geinte!".
Quado me diz isto ainda fez pior. Continuei a bombardeá-lo: "Falas assim na estrumeira de onde vieste, não voltas a falar assim comigo e muito menos à frente de clientes. Falas comigo com educação que o mínimo dela fica bem a toda a gente. Comigo e à frente dos clientes não te atreves a voltar a falar assim comigo. Espero que tenha sido claro! e a partir deste momento pela diferença de idades e não só entre os dois tratas-me por Sr. João. Espero que me tenha feito entender, não voltas a falar assim comigo!"

27 de abril de 2011

O W.

São quase três da manhã. Faltam 3 minutos. Mas não consigo dormir.
A cabeça como sempre acelerada. Mil e umas coisas em breves segundos. Um choro.
Sexta ou sábado vai ser o último dia que estou com W.,o são tomense. Vou sentir falta dele no part-time. Prometemos que se sair o euro-milhões a algum de nós, oferecemos a casa ao outro. Temos jogado sem sucesso. 
Perguntou-me um dia se eu achava se ele devia comprar um carro ou ir ver a mãe a São Tomé, que já não via há muito. Não hesitei: mãe.
O W. é já um homem de 26 anos. tenta desenrascar-se sozinho. Alugou um cubículo (como ele diz) para ele há muito pouco tempo.
Vou deixar de o ver, de o ouvir e de falar com ele. Vou sentir  a falta dele e choro por isso.

20 de abril de 2011

Sem título

"Má cáçô só cóncê bom tatá."


tradução:

cão que não presta é que conhece boa comida
ou
indivíduo que não vale nada é que pega as boas

Mais um dos ensinamentos do W., natural de São Tomé e Príncipe. O tal que me ensinou o vocábulo muzubia. Vou sentir a falta dele.

9 de abril de 2011

Ontem e antes de ontem


Quando isto começou ontem a tocar lá no part-time foi quando tive de ir para perto da casa de banho e fingir que limpava não sei o quê, quando na realidade controlava-me era para não rebentar em choro.
E entretanto lembrei-me da A. que na véspera me disse mais que uma vez: pára!claro que não lhe disse que não posso porque se o fizer imediatamente vem o desespero e a ideia da faca na carne.

Dia maravilhoso e não sei que faça nele, com ele.

3 de abril de 2011

Alinhamento

Atende-se um grupo grande onde se onde se incluem Inês Menezes e Pedro Ramos (a primeira identificada pela beleza, o segundo pela voz). Trabalho e mais trabalho e a acalmia sei lá quando e isto:
  • Clap your hands and say yeah
  • Aim
  • The Strokes
  • Joy Division
  • The XX
  • The Smiths
  • Depeche Mode
  • Gorillaz
E ainda me pagam para lá trabalhar. Os colegas, esses, claro, passados com a música. Eu também, mas por tão fixe.

24 de março de 2011

Hoje...

o C., aquele que entendeu o meu mal estar lá no part-time, deu-me, no máximo 30 anos!
A Malena concordaria acho eu, mas acho que ele só quis ser simpático. Só pode!

22 de março de 2011

No part-time...

..nesse espaço alucinado e alucinante acontecem-me as coisas mais estranhas!

Há dias, já não sei precisar quando, um homem, homosexual, perto dos 50 anos, bem vestido, bonito, charmoso, falava com uma colega minha ao balcão. Precisei de lá ir e prontamente meteu conversa comigo, respondi à cordialidade e simpatia no trato e no tom. Com a sabedoria de uma pessoa mais velha sacou uns dados à minha colega, mas acho que a colega foi uma boa desculpa, porque a seguir pediu-me a mesma informação: "Que apelido é esse S.?". Respondi e com sinceridade. Ali andou em conversa até que foi ter com o homem que o acompanhava.
No fim, despediu-se da minha colega e dirigiu-se a mim e perguntou-me se eu tinha Facebook, ao que disse que não e ele responde que era uma pena, porque já não me podia adicionar!


Já disse que a música por lá é um estrondo? É!! muito cool!!! Acho que sou o único que gosta! Aquilo é Koop, outro dia foi The XX, Boojou Bazou,Kings of Covinience,  montes de jazz, muito Drum n'Bass, muito Lounge do bom. Já perguntei se podia levar o notebook para sacar as músicas do Ipod para mim ao que o chefe disse que sim!!

14 de março de 2011

Estranho e estrangeiro

Ou são brasileiros ou são africanos os colegas de part-time. Dos africanos predominam os de S. Tomé e destes, apesar de me dar bem com todos, com o W. a coisa é mais divertida. O W. é o tal que como eu acha a R. muito gira, o tal que me pediu conselhos sobre uma dama, que ontem disse que se eu quisesse me convidava para uma festa africana e me ensinou uma palavra nova do calão da sua língua e que adorei e muito me fez rir e sorrir:
Muzubia

Resumindo, muzubia significa gaja boa.


ps- o título é a pensar nas pérolas com que em tempos idos, em gloriosos tempos, a tulipa negra nos brindava à segunda feira com textos com o mesmo nome.:)

6 de março de 2011

Sem título

O C.(brasileiro), um transformista e homosexual (tenho a certeza) teve a coragem, sem ser mal educado de me dizer hoje: "Cê hoje não tá bem hoje poix não?"
Caiu-me tudo ao chão. Que murro o gajo me deu! Disse-lhe: "Olha C. da maneira que falas percebias claramente que sabias que te mentia, por isso sim, é verdade, hoje não estou bem". Mas o que gostei ainda mais de ele o ter percebido, foi que a seguir se manteve em silêncio.
Sim podem fazer piadas homosexuais com a cena, envolvendo-me.


Outro brasileiro, o W., altivo, snob, nariz arrebitado, arrogante e parvo portanto, passa por mim quando limpo umas coisas e diz-me apontando: "olhá áí o papeu (papel)!", respondo, fazendo-me parvo: "SIM?!" (o papel, apesar de lim não devia estar ali, mas não havia ninguém na sala). Mas a questão está na arrogância do seu tom, daí a minha resposta. Pensei, na boa, pela boca morre opeixe. Bem dito bem feito. Minutos depois o senhor sabichão, sai desfardado, sem touca e de phones nos ouvidos para fazer um brake, só que, sai pela porta de serviço para a sala, porta essa em que só se pode entrar ou sair fardado e, no seu caso particular, de touca. Ao que lhe digo então:"Farda e touca? Assim sai-se pela outra porta sour B!" e sorrio claro, com malícia, enquanto proferia estas palavras. Diz ele:"Num tem ninguém na sala!". Eu, do alto da minha pequenez e infinita burrice ao pé de tal douto senhor digo: "Qual papel?". Acho que ele percebeu. Se não percebeu, então é infinitamente mais estúpido do que eu julgava.

Dói-me a perna direita. Foi a perna que suportou a mota enquanto descia a rua do alecrim quando vinha para casa, depois de ela -a mota- ter derrapado nos carris do eléctrico e ter feito fugir a direcção e atraseira portanto. Felizmente, não sei como, sustive o monstro de 200 kg, mas algo de metal (pedal de travão traseiro certamente), embateu com violência suficiente contra o joelho, enquanto este suportava a mota que tentava tombar para a direita em direcção ao chão.
Não chorei, ams tive vontade. Em micro-segundos pensei: foda-se vou cair, a vergonha e pior aleijar-me e a mota partida!".Nada aconteceu felzimente.

mas o mais triste disto é ver-me forçado a estar em silêncio a falar de mim para mim e ir para a cama e não ter um corpo para sentir.

Agora vou comer uma salada enquanto vejo um filme que aluguei e não digo qual porque não me lembro o nome.

Porque não sorrio(continuação):
.porque não leio.
.porque não estou dentro do mar com a prancha já nem sei há quanto tempo.
.porque nãoando num mês, um terço do que andava numasemana, na bicicleta, há uns anos atrás.
.porque tenho uma hi-fi que adoro e não deve tocar trinta minutos num mês, sequer.


3 de março de 2011

E no entanto...

Ontem à noite, no part-time, lá estava eu onde não gosto de estar mas a que já me habituei. Entra um casal, aí a caminhar para os 50. Vejo-os, parecem indecisos. Desloco-me  até eles, cumprimento-os e ofereço ajuda e dialogamos. Apresento o que tenho a apresentar, encaminho-os. Agradecem, sorriem e eu digo boa noite sorrindo. 
Mais tarde, ele, pede um gelado. Preparo-o, dou-lho oferecendo-o. Agradece entusiasticamente. Volta e pergunta se pode ser também um para a mulher; muito coloquial e formalmente digo que sim. Lá o leva.
Por lá permanecem em conversa. Eu fazendo o que tenho a fazer até que se levantam e vêm ter comigo e a senhora diz-me:
"Olhe! somos familiares próximos do X (o X é um sócio gerente da coisa) e costumamos dizer-lhe que o atendimento é muito bom no XX (sendo que XX é  nome do estabelecimento do qual X  é sócio gerente e onde trabalho em part-time). Somos sempre muito bem atendidos. Não temos razões de queixa, mas deixe-me que lhe diga que nunca ninguém como o sr. -eu- nos atendeu assim, espectacular do princípio ao fim."
Agradeço claro, sorrindo, ao que dizem boa noite sorrindo também e saem.
E no entanto, apesar de todo o cansaço, a capacidade ainda para isto.

1 de março de 2011

Várias hoje

Começou logo na chegada, em que, uma gaja comestível e chefe por sinal, me bate no rabo e diz: "tamos a ficar com cú!".
Portanto a chefe anda a controlar a dimensão do meu cú!
Dá vontade de perguntar: "Does she go??"


Depois, na conversa com o damo W. fico a saber que já somos dois a achar a delfim que hoje fez 18 anos, gírissima. Especialmente, dissemos os dois em uníssono, quando ela sai e solta o cabelo apresentando uma pose muito felina, feminina, para a idade.
O damo depois ainda me contou uma cena em que uma dama o anda a envolver e por que sou "um gajo mais velho", queria "perdir-me opinião". Só eu. Foda-se tou mesmo velho pelos vistos.
Pelo meio desta história ainda fiquei a conhecer montes de expressões de niga, como "cubículo", sinónimo de casa, que achei um piadão.

Um chefe, vai ter comigo e incomodado porque tinha ao Wc dos clientes pergunta se já havia contado o não-sei-quê. Dou-lhe um papel com  a contagem já feita, sem que ma tivesse pedido. Pergunta por mais uma merda qualquer. Aponto para a coisa já feita. Pergunta no fim do dia porque deixo a máquina destapa e sem o conteúdo e tampa de fora, solta. Digo que a desliguei para descongelar, porque o X (seu chefe e meu também, portanto) me responsabilizou de sempre que a máquina tivesse gelo a desligasse para descongelar. grunhiu um "ãããã!". "E as pinças são para ficar assim?", que sempre as deixei assim, há já 3 semanas nunca ninguém disse nada em contrário, nem o Sr. -ele- e de qualquer das formas na loja Y foi assim que me ensinaram, respondo-lhe. calou-se.
Teve azar. 

27 de fevereiro de 2011

É o que dá...

Contextualização: 4 pessoas: eu, colega, chefe e chefe do chefe.
Sou um gajo de comer e tar calado e recalcar.

Factos: nada contra nenhum deles sendo que já havia percebido muita coisa ácerca de cada um. Maisum dia de trabalho

Acontecimentos:   A colega que já estava off-duty diz a chefe -não sabendo que ouvi que faltava limpar isto e aquilo- no meu posto. Chefe pergunta-me se está tudo ok? digo que não, falta isto e aquilo, mas não menciono. Antecipo e digo:parede já foi limpa. Mesmo assim aponta para a parede e diz para eu a limpar.  Digo: já a limpei mas ok limpo outra vez.
Entretanto jáhavia falado com colega off-duty que era preciso repor tabuleiros em determinado sítio.
Vou para dentro para buscar material para limpar parede.
É aqui que começa o central da história baseada em factos reais.

Quando volto para limpar com material de limpeza diz a colega off-duty: "os tabuleiros João?"
Respondo, nuca lhe dirigindo o olhar e portanto com o mais vil desprezo: "Oh cara X, em primeiro lugar tenho chefes, depois só posso fazer uma coisa de cada vez!"
Como se não chegasse, quando vou limpar a parede que já havia limpo e que ela disse que eu ainda não tinha limpo pergunta-me: "Vais limpar a parede para quê?"
Respondo: "Não sei diz-me tu!"

Isto é o que dá ter uma puta xunga como colega que por ser puta xunga e portanto extremamente fácil dá a cona e sabe deus o quê ao chefe do chefe.