3 de março de 2019
Soho
Não sei se esta "Soho" é a Soho londrina que já percorri por duas ou três vezes, e que, ainda assim, nada conheço dada o seu tamanho e encanto, beleza e excentricidade. Quero achar que sim, que é.
Não sendo a música favorita dos The Pogues do meu pai, quero acreditar que esta é a Soho que infelizmente o meu pai não conheceu, por isso, um dia, vou a Soho beber uma pint pelo meu pai.
Velar
ve·lar 1 - Conjugar
(latim vigilo, -are)
"velar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/velar [consultado em 03-03-2019].
(latim vigilo, -are)
verbo transitivo
1. Estar de vigia a, estar de guarda a, geralmente durante as horas habitualmente dadas ao sono. = VIGIAR
2. [Figurado] Proteger.
3. Proteger.
4. Não abandonar.
5. Interessar-se com vigilante zelo.
6. Exercer vigilância sobre.
"velar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/velar [consultado em 03-03-2019].
Sempre que regresso a casa, lá está ele. Todos os dias, seja a que hora for...acredito que seja a minha mãe a velar por mim, a cada minuto que aqui estou.
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Vida
1 de março de 2019
O dia em algumas imagens
à saída do metro...descoberto por acidente
a caminho das imagens abaixo tiradas dou-me com esta placa num edifício...
"aquela" rodela de vinyl continua a ser mágica assim como o som destes dois senhores juntos
"O Supermarine Spitfire foi um avião de caça britânico utilizado na Segunda Guerra Mundial, e foi o único caça aliado que operou durante todo o conflito.Projetado em 1936 por Reginald Mitchell (criador, na década de 1920, do também famoso Supermarine S6), entrou em serviço em agosto de 1938, na versão Mk I. Seu nome do inglês spit (cuspir) e fire (fogo), pode ser traduzido como "cuspidor de fogo" e designa uma pessoa (especialmente mulher) de temperamento explosivo.[1]"
26 de fevereiro de 2019
Primeiro estranha-se
" (...)
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
(...) "
24 de fevereiro de 2019
Ele, o Naoris
Naoris.
Não sei por onde começar. Podia começar que estávamos a bater os dois os dentes de frio, mas não, é o nome: Naoris. Começo por aqui, chama-se Naoris.
Estávamos sentados os dois, estupidamente, dei-me depois conta, à sombra, quando ao lado estava um banco ao sol.
Comecamos a alar quando uma rapariga lhe perguntou onde era o centro da segurança social. Ele respondeu-lhe e disse depois: ainda eu acho que falo mal inglês. Foi aí que comecámos a falar. falámos. Ele tem 24 anos num corpo de homem. Alto, forte, robusto, cabelo castanho escuro, passava por um italiano, espanhol ou até mesmo português, mas não, era de uma ex-república da Urss do Báltico. E dizia ele que no país dele estavam -20 graus mas que não era tão frio como aquele dia em Londres. era um vento frio, muito frio.
falamos durante cerca de 30 minutos. O tempo de o naors ir ao encontro da sua hora que era antes da minha no centro da segurança social.
Era a segunda vez que estava em Inglaterra. Estava a trabalhar numa empresa de limpezas numa zona de casas de milionários, disse. Não tinha vergonha do que fazia, mas disse-me: tenho apenas 24 anos, hei-de conseguir melhores empregos. Certamente pensei. Não tenho nada a perder disse-me. De certeza pensei, e disse-lho. Despediu-se, era hora de ir. Continuei, sozinho mas mudei de banco. Quando chegou a minha hora entrei, sentei-me e lá estava ele, o Naoris.
Quis pedir-lhe o telefone, mas não o fiz. Uma certa dose de desespero e vontade de querer criar laços com alguém. Mas não o fiz. Pelo meio da conversa o Naoris comentou que trabalhava longe dali, por isso achei que não faria sentido. procura-se uma amizade para beber uma cerveja, fugir da rotina e matar a solidão.
Naoris. Era de uma república do báltico. Alto, forte, bonito e inteligente pareceu-me.
espero que o Naoris esteja bem e tudo lhe corra pelo melhor.
Não sei por onde começar. Podia começar que estávamos a bater os dois os dentes de frio, mas não, é o nome: Naoris. Começo por aqui, chama-se Naoris.
Estávamos sentados os dois, estupidamente, dei-me depois conta, à sombra, quando ao lado estava um banco ao sol.
Comecamos a alar quando uma rapariga lhe perguntou onde era o centro da segurança social. Ele respondeu-lhe e disse depois: ainda eu acho que falo mal inglês. Foi aí que comecámos a falar. falámos. Ele tem 24 anos num corpo de homem. Alto, forte, robusto, cabelo castanho escuro, passava por um italiano, espanhol ou até mesmo português, mas não, era de uma ex-república da Urss do Báltico. E dizia ele que no país dele estavam -20 graus mas que não era tão frio como aquele dia em Londres. era um vento frio, muito frio.
falamos durante cerca de 30 minutos. O tempo de o naors ir ao encontro da sua hora que era antes da minha no centro da segurança social.
Era a segunda vez que estava em Inglaterra. Estava a trabalhar numa empresa de limpezas numa zona de casas de milionários, disse. Não tinha vergonha do que fazia, mas disse-me: tenho apenas 24 anos, hei-de conseguir melhores empregos. Certamente pensei. Não tenho nada a perder disse-me. De certeza pensei, e disse-lho. Despediu-se, era hora de ir. Continuei, sozinho mas mudei de banco. Quando chegou a minha hora entrei, sentei-me e lá estava ele, o Naoris.
Quis pedir-lhe o telefone, mas não o fiz. Uma certa dose de desespero e vontade de querer criar laços com alguém. Mas não o fiz. Pelo meio da conversa o Naoris comentou que trabalhava longe dali, por isso achei que não faria sentido. procura-se uma amizade para beber uma cerveja, fugir da rotina e matar a solidão.
Naoris. Era de uma república do báltico. Alto, forte, bonito e inteligente pareceu-me.
espero que o Naoris esteja bem e tudo lhe corra pelo melhor.
22 de fevereiro de 2019
cheguei agora a casa. a casa que não é a minha casa. que não me diz boa noite até amanhã, que não tem os cheiros que já não conheço.
tenho razões para achar que o dia correu bem e razões para achar que o dia correu mal. Estou cansado, cansado até ao último poro, não sei como aguento, como o meu corpo aguenta.
e há o naoris de quem eu tanto quero falar, mas este cansaço não deixa.
já na cama, sem banho tomado nem nada no estômago, bebo uma sagres. sim, uma sagres, encontra-se com facilidade.bebo-a porque sim...não consigo falar do naoris. não sei como aguento.
tenho razões para achar que o dia correu bem e razões para achar que o dia correu mal. Estou cansado, cansado até ao último poro, não sei como aguento, como o meu corpo aguenta.
e há o naoris de quem eu tanto quero falar, mas este cansaço não deixa.
já na cama, sem banho tomado nem nada no estômago, bebo uma sagres. sim, uma sagres, encontra-se com facilidade.bebo-a porque sim...não consigo falar do naoris. não sei como aguento.
17 de fevereiro de 2019
3 semanas. Passam hoje 3 semanas que aqui cheguei. Tanta coisa já se passou, já verti umas lágrimas quando a vontade foi de chorar muito, mesmo muito.
Aqui, sozinho, todos os meus defeitos e qualidades são amplificados e noto-os à flor da pele. A dificuldade de concentração acima de tudo, a ansiedade, mas a força de vontade, a resiliência por outro.
Desde há muitos dias que aqui queria mesmo escrever. Achei, nesta altura, que fazia sentido, mas fui deixando passar os dias. Dias que não são muito diferentes dos que vivia em Portugal, quer dizer, nos acontecimentos, no que realizo em acto. casa trabalho, trabalho casa, sendo que, no caso, aqui, não é a minha casa nem o meu quarto nem nada do que é meu, é tudo emprestado por um aluguer.
Falo de Londres, Inglaterra onde cheguei dia 27 de Janeiro.
O trabalho tem sido muito duro, muito violento física e psicologicamente. Com duas semanas de trabalho, num fim de uma noite, o chefe, a sorrir, pergunta-me como correu o serviço e o que estava a achar...o que foi fazer...foi difícil falar no meio de tanta comoção, de tantos soluços, mas lá falei. O chefe, boa pessoa sem dúvida. Abraçou-me e foi carinhoso. Foi honesto dizendo que teria de puxar por mim e que nada tem contra mim.
Gosto do tipo de cozinha que se faz onde estou a trabalhar: honesta, bons ingredientes, bem preparados, excelentes recortes de cuidado com pequenos elementos que fazem a diferença, destaco o creme de brandy que eu próprio preparo todos os dias e que acompanha uma sopa de lagosta, qualquer de extraordinário.
Mas é duro fisicamente, 4 dias a trabalhar das 8.30 até as 23 num ritmo alto a que já não estava habituado.
E Londres é outro mundo É uma cidade bonita, não mais bonita que Lisboa ou Porto, na minha opinião, mas os padrões de riqueza são outros, o tipo de vida é outro. Há aqui de tudo, tudo o que não imaginamos existir descobrimos aqui que existe. Tudo o que é novidade e extraordinário em Lisboa/Porto é banal por aqui. Não há dia que não me depare com mais uma grande marca, um grande nome, um grande espaço de compras com marcas de renome. Não há dia que não oiça o roncar de um lamborghini ou ferrari ou bentley ou Rolls Royce e no fundo, naquele que é o meu dia a dia, não noto grande diferença. As pessoas que se levantam cedo e entompem o metro. As pessoas ao telemóvel a fazer sabe deus o quê. As pessoas ao telemóvel de head-phones. No fim do dia as pessoas cansadas, a dormirem, adormecidas no metro a contrastar com o buliço da noite. Eles e elas, das mais diversas etnias e idades e estratos sociais engalanados muitas das vezes, como se fossem sei lá para onde...para a noite dos Óscares...Picadilly Circus cheia de gente como se se tratasse da hora de ponta, soho cheia de gente, como se se tratasse da hora de ponta, como se algum incidente tivesse ocorrido e dali ninguém conseguisse sair.
Eu caminho só pelo meio de todas estas palavras que há tanto andava para desabafar, caminho só entre a linha do tube de picadilly e jubilee, sem o cheiro da nossa lisboa nem do nosso tejo. Aquilo que me era estranho tornou-se para já normal e o dia a dia até sabe deus quando. Vamos a ver se este sacrifício vale a pena. O sacrifício de uma solidão quase auto-imposta em jeito de prisão e punição, este sacrifício do silêncio. este sacrifício de te deixado tudo, absolutamente tudo para trás. O amor de tudo para trás. O Amor por tudo e todos para trás numa outra tentativa de andar com mais força para a frente.
Aqui, sozinho, todos os meus defeitos e qualidades são amplificados e noto-os à flor da pele. A dificuldade de concentração acima de tudo, a ansiedade, mas a força de vontade, a resiliência por outro.
Desde há muitos dias que aqui queria mesmo escrever. Achei, nesta altura, que fazia sentido, mas fui deixando passar os dias. Dias que não são muito diferentes dos que vivia em Portugal, quer dizer, nos acontecimentos, no que realizo em acto. casa trabalho, trabalho casa, sendo que, no caso, aqui, não é a minha casa nem o meu quarto nem nada do que é meu, é tudo emprestado por um aluguer.
Falo de Londres, Inglaterra onde cheguei dia 27 de Janeiro.
O trabalho tem sido muito duro, muito violento física e psicologicamente. Com duas semanas de trabalho, num fim de uma noite, o chefe, a sorrir, pergunta-me como correu o serviço e o que estava a achar...o que foi fazer...foi difícil falar no meio de tanta comoção, de tantos soluços, mas lá falei. O chefe, boa pessoa sem dúvida. Abraçou-me e foi carinhoso. Foi honesto dizendo que teria de puxar por mim e que nada tem contra mim.
Gosto do tipo de cozinha que se faz onde estou a trabalhar: honesta, bons ingredientes, bem preparados, excelentes recortes de cuidado com pequenos elementos que fazem a diferença, destaco o creme de brandy que eu próprio preparo todos os dias e que acompanha uma sopa de lagosta, qualquer de extraordinário.
Mas é duro fisicamente, 4 dias a trabalhar das 8.30 até as 23 num ritmo alto a que já não estava habituado.
E Londres é outro mundo É uma cidade bonita, não mais bonita que Lisboa ou Porto, na minha opinião, mas os padrões de riqueza são outros, o tipo de vida é outro. Há aqui de tudo, tudo o que não imaginamos existir descobrimos aqui que existe. Tudo o que é novidade e extraordinário em Lisboa/Porto é banal por aqui. Não há dia que não me depare com mais uma grande marca, um grande nome, um grande espaço de compras com marcas de renome. Não há dia que não oiça o roncar de um lamborghini ou ferrari ou bentley ou Rolls Royce e no fundo, naquele que é o meu dia a dia, não noto grande diferença. As pessoas que se levantam cedo e entompem o metro. As pessoas ao telemóvel a fazer sabe deus o quê. As pessoas ao telemóvel de head-phones. No fim do dia as pessoas cansadas, a dormirem, adormecidas no metro a contrastar com o buliço da noite. Eles e elas, das mais diversas etnias e idades e estratos sociais engalanados muitas das vezes, como se fossem sei lá para onde...para a noite dos Óscares...Picadilly Circus cheia de gente como se se tratasse da hora de ponta, soho cheia de gente, como se se tratasse da hora de ponta, como se algum incidente tivesse ocorrido e dali ninguém conseguisse sair.
Eu caminho só pelo meio de todas estas palavras que há tanto andava para desabafar, caminho só entre a linha do tube de picadilly e jubilee, sem o cheiro da nossa lisboa nem do nosso tejo. Aquilo que me era estranho tornou-se para já normal e o dia a dia até sabe deus quando. Vamos a ver se este sacrifício vale a pena. O sacrifício de uma solidão quase auto-imposta em jeito de prisão e punição, este sacrifício do silêncio. este sacrifício de te deixado tudo, absolutamente tudo para trás. O amor de tudo para trás. O Amor por tudo e todos para trás numa outra tentativa de andar com mais força para a frente.
1 de outubro de 2018
22 de junho de 2016
É o fim da noite da minha primeira folga da semana. É certo que me esqueci de uma ou duas tomas do ácido valpróico e a benzodiazepna receitada acabou ha 3 dias, mas, agora que aqui estou ao computador a ouvir música e a escrever estas palavras sinto-me melhor.
Porque não é sempre tudo fácil e simples como agora?
14 de junho de 2016
9 de junho de 2016
Oficial
Agora é oficial, um senhor doutor diagnosticou-me como sendo bi-polar tipo II. O título não me assusta, assusta-me sim a constante queda. Assusta-me a contínua desligação de tudo o afastamento de tudo e todos. A medicação é cada vez mais e mais forte. Entrei em campos de medicação que achava absurdos e impossíveis. Chegar ao fim de um dia é uma conquista para a qual não tenho palavras. Não me desmancho em choro no trabalho porque não posso, sei que não posso e por isso faço um esforço sobre humano para que tal não aconteça. No trabalho a prestação é sempre aquém.
Re-lembro as palavras repetidas do médico:" numa situação normal vocês já estava reformado por incapacidade, só a sua resiliência o mantêm ainda capaz e isso é uma conquista enorme". 41 anos, já estaria reformado....41 anos...parece uma anedota...não desejo isto a ninguém. Ninguém merece. Ninguém merece um cancro e doenças que tais, e esta é outra das que tais, que vai consumindo, que nos mata em silêncio, que nos consome. Tantas e tantas vezes que me apetece é estar em lado nenhum.
Nem estes dias luminosos me animam, nem o meu filho de quem tanto gosto me anima.
Estou sem força. Não tenho força, mas ainda por aqui estou, por razões que desconheço.
Estou longe de tudo e todos. Quero sorrir e não consigo. Isto não é viver certamente. E a maior loucura é que no meio de tudo isto ainda tento montar um pequeno negócio que me permita ganhar um dinheiro extra. Não tem sido fácil mas tem sido um desafio bom, mas muito difícil. Sinto-me cansado, estou cansado. Já chega.
10 de março de 2016
3 de março de 2016
Que a ex ministra das finanças vai para uma empresa que lucrou com o Banif! Que isto é não sei o quê diz a robin hood de saias que já irrita com a sua dicção monolinear. Que não fazem juízos mas é estranho diz o César açoriano do PS. PS que viu o Coelhone sair de ministro de obras públicas para uma empresa do ramo. Isso não, não é obscuro. Adoro esta malta toda.
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Estupfacto,
politiquices
18 de fevereiro de 2016
Devir
"Devir (do latim devenire, chegar) é um conceito filosófico que significa as mudanças pelas quais passam as coisas"
Passaram alguns meses, muitos até. Nesses meses muita coisa mudou na minha vida: mudei de profissão; o meu pai morreu; a minha cunhada morreu; a minha mãe passou a viver comigo; tenho outro cão, outro labrador, agora cor chocolate; o pequeno João tornou-se maior, já anda no 4º ano; fiquei sem carro, comprei carro, dei o carro e comprei outro. Nos carros ainda, o famoso carro amarelo que seria para o neto -meu filho-, está já, infelizmente, na minha garagem.
in Wikipedia
Passaram alguns meses, muitos até. Nesses meses muita coisa mudou na minha vida: mudei de profissão; o meu pai morreu; a minha cunhada morreu; a minha mãe passou a viver comigo; tenho outro cão, outro labrador, agora cor chocolate; o pequeno João tornou-se maior, já anda no 4º ano; fiquei sem carro, comprei carro, dei o carro e comprei outro. Nos carros ainda, o famoso carro amarelo que seria para o neto -meu filho-, está já, infelizmente, na minha garagem.
Hesitei várias vezes em voltar aqui, mas agora tive este impulso de me materializar por aqui, novamente. Ainda pensei numa coisa nova, mas goste eu próprio ou não, não posso apagar tudo o que se cristalizou em mim e me trouxe até aqui.
Parece que as imagens que por aqui andavam se apagaram com o tempo, pelos vistos na informática, também há marés a lavar a areia. Tenho pena mas assim terá de ficar.
Ao longo dos tempos fui mudando o nome da tasca, agora, é este que me apraz.
Aqui estou.
Parece que as imagens que por aqui andavam se apagaram com o tempo, pelos vistos na informática, também há marés a lavar a areia. Tenho pena mas assim terá de ficar.
Ao longo dos tempos fui mudando o nome da tasca, agora, é este que me apraz.
Aqui estou.
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